Como montar um e-commerce

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Empreender Online tem-se tornado o desejo de milhares de pessoas. Entre as possibilidades existentes, montar um e-commerce é a aposta de muita gente. Com custos menores que uma loja física e tendo a possibilidade de vender para todo o Brasil, a ideia parece realmente tentadora. Mas não se engane. Não há espaço para amadorismo e assim como em negócio físico, segundo estudo do Sebrae, cerca de 60% das lojas virtuais fecham antes de completar um ano.

Não deixe que a facilidade em montar um e-commerce te engane. Para ter sucesso é necessário preparação e planejamento, como em qualquer outro negócio, além de investimento de tempo e dinheiro.

Quando se fala em comércio eletrônico, conte com a Eikonikos. Empreendemos online desde 2009.

Você decidiu que quer tem uma loja virtual. Por onde começar?

Planejamento

1. Defina um nicho e analise o mercado

O que você vai vender, e para quem? Você tem familiaridade com este nicho? Conhece fornecedores? Que diferencial a sua loja vai ter? Porque uma pessoa compraria de você?

Depois de definir o nicho analise quem são os seus maiores concorrentes. Onde eles deixam a desejar e você pode fazer diferente?

2. Faça seu planejamento financeiro

Lembre-se você terá investimentos em mercadoria, embalagem, impostos e tributos, plataforma do e-commerce e anúncios. Sim, anúncios. É praticamente impossível uma loja nova vender sem anúncios.

3. Escolha os seus fornecedores

Esta é uma etapa crucial para o sucesso do seu e-commerce. Invista em pesquisa e nas melhores parcerias. Ter seu público-alvo muito bem definido vai te ajudar a fazer compras mais assetivas. Um dos segredos para vender bem é saber comprar.

4. Determine o mix de produtos

Agora que você já identificou o nicho do seu e-commerce, seu público-alvo e fornecedores, você precisa definir o mix de produtos. Vamos supor que você queira montar uma loja virtual de roupa fitness. Que peças você vai vender? Para qual idade? De que tamanhos?

Loja especializada em uma categoria tem uma maior chance de se destacar e ganhar reconhecimento. Por exemplo uma loja especializada em paleta de sombras tem mais chances de converter do que uma loja que vende todos os tipos de maquiagem mas não oferece quantidade de opções (algumas paletas, algumas bases, alguns batons, algumas máscaras, etc….) Se você não tiver capital para investir em um estoque para um mix de produtos razoável, é melhor uma loja de categoria específica. Quando você já tiver reconhecimento e capital pode aumentar o seu mix de produtos. É claro que não é uma regra mas um e-commerce que oferece poucas opções de escolha tem reduzidas as suas chances de sucesso.

Montando o seu e-commerce

5. Encontre um bom nome/ domínio

Domínio é o seu “endereço” na web. O nosso por exemplo é eikonikos.com. Existem diversas possibilidades de registro: .com, .com.br, .net, e muitos outros.

Você pode registra o seu domínio em sites como registro.br, whois.com ou godaddy.com. Em média ou valor do registro é de R$ 30,00/ ano.

Clique aqui e saiba como registrar o seu domínio.

6. Formalize-se

Para vender e emitir nota você precisa ter um CNPJ. Para os que estão começando com uma operação pequena pode até mesmo ser MEI. Procure um contador e abra a sua empresa. 7. Identidade Visual

Como falamos logo no começo deste post, não há espaço para amadorismo. Sua loja vai precisar de uma identidade visual. Você pode contratar um profissional ou desenvolver o manual da sua marca você mesmo, caso tenha alguma familiaridade com o assunto. Você vai precisar de um logotipo, cores, fontes e elementos que vão compor a identidade da sua marca/ loja.

Saiba mais aqui.

8. Escolha da Plataforma

Este é o momento de muitas dúvidas para os empreendedores digitais. Se você não sabe o que é uma plataforma, é a estrutura utilizada para construir a sua loja virtual. Existem diversas opções no mercado, desde layouts prontos até altamente customizáveis. Os valores podem ir de valores insignificantes até dezenas de milhares de reais, dependendo da quantidade de páginas, de produtos e da complexidade da loja.

Aqui na Eikonikos desenvolvemos e-commerce nas plataformas Woocommerce, NuvemShop e Shopify.

Leia mais sobre a melhor plataforma para você aqui.

9. Escolha o Gateway de Pagamento.

Para pequenos e médios empreendedores a melhor solução é ter um parceiro que receba o pagamento dos seus clientes, seja em cartão ou boleto. Eles cuidam de tudo e você paga uma taxa por cada transação feita. Existem diversas opções de Gateway de Pagamento no mercado, como por exemplo PagSeguro, Cielo, Pagarme

8. Plataformas de e-commerce

A plataforma de uma loja online é o sistema responsável pelo gerenciamento e visualização dela na Internet. Ainda que existam várias opções no mercado, você precisa identificar as necessidades do seu e-commerce antes de tomar sua decisão. Uma plataforma completa deve, por exemplo:

· Permitir o cadastro e a inclusão de produtos; · Gerenciar estoque e preços; · Proteger as informações pessoais dos clientes e garantir a segurança no envio dessas informações; · Ter um setor de organização das formas de pagamento e da entrega.

Atualmente, você pode encontrar três tipos de plataforma no mercado: · Gratuita: é open source e oferece possibilidades de personalização, mas, você pode sofrer com a hospedagem, instabilidade e dificuldades no suporte e manutenção; · Paga: oferece um software mais robusto, atendimento especializado, tem maior estabilidade e atualizações constantes. Mas peca na personalização. Algumas opções cobram uma porcentagem em cima da venda realizada; · Própria: esta opção permite uma total personalização, mas requer uma equipe dedicada a seu desenvolvimento, o que implica em altos custos.

Para quem está entrando no mercado, também existem as Plataformas de Entrada. Nessa opção, o lojista paga uma mensalidade fixa (algo entre R$ 75 e R$ 250), de acordo com as necessidades do seu e-commerce: número de pageviews e quantidade de produtos ofertados na loja.

9. Receba pagamentos com segurança e tranquilidade

Escolher a melhor opção de recebimento de pagamentos é um fator importante que pode ajudar a alavancar as vendas do seu e-commerce. Compreender as diferenças de cada uma delas é o primeiro passo para identificar a mais adequada para sua loja e clientes. No caso de pagamentos digitais três opções devem ser consideradas: Integração direta com os adquirentes, intermediadores e gateways.

Integração direta

As operadoras de cartões de crédito oferecem um canal de integração direto, chamado de webservice. Tanto a operadora quanto a loja virtual estabelecem uma conexão para que programadores possam se comunicar entre elas. Embora não existam taxas a serem pagas pelo empreendedor, o custo fica por conta do sistema que faz com que a própria loja virtual analise as condições de crédito e saldo dos cartões. Quanto mais bandeiras dispor no seu e-commerce, mais clientes você pode conseguir.

Intermediadores

intermediador de pagamentos é a opção mais indicada para quem está começando no universo do e-commerce, tanto pela implementação (basta um simples cadastro para começar a utilizá-lo) como pelo custo benefício. Eles costumam cobrar uma taxa em porcentagem, além de um valor fixo (que fica na casa dos centavos) por transação aprovada. Por exemplo, quando uma compra é realizada no seu e-commerce, o valor dessa transação vai direto para a conta da empresa que presta o serviço de solução de pagamento. Ela, por sua vez, recolhe os valores acordados e repassa-os, geralmente em até 30 dias, à loja virtual. Quer saber mais sobre intermediadores de pagamento? Escrevemos um post aqui no blog falando tudo sobre os intermediadores de pagamento, vale a pena conferir se você quer aprender mais. E se quiser entender melhor como escolher um parceiro de pagamentos, veja o vídeo abaixo:

Gateways

Os gateways funcionam da mesma forma que uma máquina de cartões de crédito em uma loja física. O dinheiro das vendas cai diretamente na conta do dono da loja online. Através de um contrato fechado com os bancos ou bandeiras de cartão, você terá uma ferramenta no seu site ou sistema online para digitar os dados do cartão dos clientes. Dentro da opção dos gateways existe a opção para emissão de boleto bancário ou transferência eletrônica de fundos.

Uma pesquisa realizada pela CyberSource Corp, constatou que empresas que oferecem 4 ou mais formas de pagamento possuem uma taxa de conversão de vendas 12% maior. É impossível ter uma previsão sobre qual será o meio de pagamento escolhido pelo seu consumidor. A melhor maneira é oferecer diferentes opções, a fim de finalizar o processo de compra e aumentar as conversões. Não se esqueça que o pagamento deve ser feito de forma segura. Se seu consumidor não se sentir seguro comprando no seu site, as chances de desistir da compra são grandes.

10. Nunca esqueça do marketing digital

Todo varejista sabe da importância do marketing para o e-commerce e do seu potencial de aumentar as vendas, por meio de anúncios, propagandas na televisão, no rádio, outdoors… Com o advento da internet, essas estratégias tiveram que ser adaptadas para a nova realidade do varejo. Hoje, o e-mail marketing é uma das ferramentas mais usadas no marketing digital e que mais convertem. Com ele, você pode fazer a comunicação da sua loja, enviando emails para seus clientes, seja com novas ofertas, lançamentos, vouchers de desconto, ou apenas para parabenizá-lo pelo seu aniversário.

Para quem prefere trabalhar com conteúdos mais extensos, os blogs de e-commerces são a nova sensação. Lá, as lojas falam com o cliente sobre assuntos do seu dia a dia e que sejam pertinentes à sua realidade. A ideia é ir além da propaganda e criar conteúdo que chame a atenção, que engaje e desperte o desejo de compra nos clientes. Já nas redes sociais, as lojas buscam falar de forma ágil com seus seguidores, oferecendo mais fotos dos produtos, comentando assuntos do momento, comunicando de uma forma mais leve, respondendo prontamente e interagindo, inclusive, com outras marcas. Agora, a ideia é usar o marketing para fidelizar o cliente e cativá-lo. Essa relação estreita que vocês construíram levá-lo à conversão será muito mais fácil.

11. Lembre que segurança é crucial no e-commerce

A segurança é um dos fatores mais importantes num e-commerce. O cliente precisa se sentir seguro ao realizar uma compra, uma vez que ele vai compartilhar dados pessoais e bancários com o seu sistema e não quer ter problemas de vazamento de suas informações e sofrer ações fraudulentas com os seus dados. Isso pode ser feito através de:

· Certificados de segurança, como o SLL – Secure Sockets Layer, que permitem que o navegador do cliente estabeleça uma comunicação autêntica e confiável com a loja através de criptografia; · Uma boa solução de pagamentos que ofereça segurança nas transações; · Selos de segurança, que são dados por empresas especializadas no ramo; · Uso de computação em nuvem para armazenar os dados.

12. Construa processos eficientes de logística

A logística é um dos calcanhares de Aquiles ao montar uma loja virtual. É nela que se concentram os maiores problemas e insatisfações dos clientes. Por isso, é importante se planejar para atender o cliente no prazo estipulado, contornar imprevistos no processo de entrega, não perder margem de lucro e não permitir que a logística reversa (que é quando um cliente precisa devolver o produto) seja de alto custo para a sua operação.

Hoje, os meios mais usados para realizar entregas online são os Correios e as transportadoras particulares. Nos Correios, a principal vantagem é que, ao assinar contrato, o pagamento do frete pode ser por meio de uma fatura. Já a desvantagem fica por conta do limite de peso para envio que a empresa possui: 30kg. Nas transportadoras não existe restrição de peso para encomendas, é possível negociar valores e não há risco de greve. O contra é que os preços não são competitivos com os Correios.

Também existem outras opções, como a entrega expressa na região próxima ao Centro de Distribuição da loja, que é realizada por motoboy, bicicleta ou veículo próprio da empresa. Outra opção é a retirada em loja, em que o cliente compra no site e vai até uma loja física retirar o produto.

13. Aposte no SAC 2.0

Coloque-se no lugar do cliente: você compra um produto que não viu, experimentou, sentiu ou testou. Ele vai levar dias para chegar. Pode, inclusive, chegar com algum problema e a entrega pode demorar. E você não tem ninguém para ouvir as suas dúvidas e problemas. É frustrante, não é?! Pois é aqui que entra uma parte crucial do e-commerce: o atendimento ao cliente.

Mesmo comprando online, o consumidor quer ser atendido por uma pessoa, quer ter a sensação de estar sendo ouvido por pessoas que realmente se importam com seus problemas. Pesquisas mostram que, mesmo que o cliente tenha tido uma experiência negativa com a loja, um bom atendimento pode reverter essa primeira impressão.

Por isso, desenvolva uma estratégia de atendimento e invista em capacitação da uma equipe, caso você já tenha uma operação grande suficiente para isso.

Se você é o único responsável pelo atendimento, separe períodos dos dias para responder aos contatos realizados, deixe visível o horário de atendimento e deixe claro os prazos que as solicitações realizadas levam para terem uma resposta.

Esteja disponível nas redes sociais, tirando dúvidas, solucionando problemas e ouvindo reclamações. Também é bom disponibilizar um número de telefone durante horário comercial e, quem sabe, estar presente em aplicativos como WhatsApp para ajudar os consumidores.

A regra é clara: você deve estar disponível!

14. Entenda a legislação para e-commerce

Além de ter características muito próprias, o e-commerce também tem alguns pontos na legislação muito particulares, como o Decreto Federal 7.962/13 – A Lei do E-commerce. Com ela, fica estabelecido que algumas informações no site da loja precisam estar claras e de fácil acesso, como a razão social, o endereço físico, CNPJ, telefone para contato e o formulário de contato, ou e-mail.

Na página do produto, é preciso que as informações estejam claras, como descrição detalhada, medidas e material de fabricação. As opções de pagamento (como parcelamento e incidência, ou não, de juros) e os prazos de entrega também devem estar em local privilegiado na página. Quando o cliente fechar o carrinho de compras, é preciso que apareça uma confirmação de compra e que essa confirmação seja enviada pro seu email.

Outro ponto importante deste decreto é o do direito de arrependimento. O cliente tem até 7 dias (a partir da data de entrega da mercadoria) para se arrepender da compra. Assim, ele pode devolver o produto sem custo algum e sem precisar se justificar – desde que o produto esteja em perfeitas condições.

E não é só isso, tem também os impostos com clausulas específicas para e-commerce, como você pode ver neste nosso post.

Montar uma loja virtual pode ser muito mais trabalhoso do que você imaginava, não é mesmo. Envolve decisões sobre quais tecnologias usar, como receber pagamentos, como trabalhar logística, enfim, abrir um e-commerce exige muito trabalho e determinação. Mas, agora, você já tem uma visão geral sobre os principais pontos que precisa considerar no seu planejamento.

E, se você quiser aprender muito mais sobre os processos envolvidos em montar uma loja virtual de sucesso, clique aqui embaixo para receber mais materiais como esse.

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8. Recursos de marketing digital

Sua solução de comércio eletrônico está incompleta sem os recursos de marketing para o público. Coisas como otimização de mecanismo de pesquisa, integração de mídia social, otimização de pesquisa paga e marketing de afiliados são as técnicas que irão conduzir os visitantes ao seu site. Portanto, certifique-se de que a solução de comércio eletrônico que você está construindo tenha recursos eficazes de marketing online, como:

Web Analytics

Para acompanhar o comportamento dos visitantes, você precisa ter uma forte integração de análise da web em seu site de comércio eletrônico. Sem a análise da web, você não terá ideia do que está acontecendo em seu site, como os clientes estão usando seu site e quais mudanças você pode fazer para melhorar a experiência do usuário. Você pode começar com ferramentas como Google Analytics e Hotjar para mapear a otimização da sua taxa de conversão.

Otimização de mecanismos de pesquisa (SEO) e PPC

Os recursos de SEO ajudarão você a aumentar a presença online do seu site de comércio eletrônico. Certifique-se de que sua solução de comércio eletrônico se integre perfeitamente às atividades de SEO para direcionar o tráfego orgânico para o seu site e ajudá-lo a se manter à frente de seus concorrentes nas classificações do mecanismo de pesquisa.

Da mesma forma, você precisa ter fortes campanhas de PPC para comercializar e promover seus produtos e vender online. O importante aqui é entender a diferença entre SEO e PPC. SEO é feito para melhorar suas classificações de busca orgânica / natural, e PPC é a campanha paga que você executa online para atrair visitantes. Você precisa manter o equilíbrio certo entre as técnicas de marketing de SEO e PPC para direcionar o tráfego relevante para o seu site.

Integração de mídia social

A mídia social é o meio mais forte para promover seu negócio online. A solução de comércio eletrônico que você planeja implementar deve ter recursos de mídia social para que seus produtos ou serviços recebam menções relevantes em vários canais de mídia social, como YouTube, Facebook, Twitter e Instagram.

Lembre-se de que os clientes usam a mídia social em grande parte para fazer compras online, bem como para falar sobre produtos e marcas. Eles escrevem avaliações de produtos em vários canais sociais sobre sua experiência de compra, recomendam produtos para seus contatos e também adicionam itens ao carrinho de compras com base nas recomendações feitas por seus contatos sociais. Portanto, as ferramentas de mídia social em seu site tornarão mais fácil para seus clientes falarem sobre seus produtos e serviços nos canais sociais.

9. Parceiro de desenvolvimento de comércio eletrônico

Quer você escolha uma solução de comércio eletrônico ou de código aberto, você precisará de um parceiro de desenvolvimento para implementar o software e a solução de comércio eletrônico ideal. Escolher o fornecedor certo de soluções de comércio eletrônico pode ser uma tarefa altamente desgastante. Portanto, você precisa considerar os seguintes fatores para fazer a escolha certa:

Quantas implementações o provedor de soluções fez na solução de comércio eletrônico que você escolheu?

O provedor de soluções implementou a solução em seu setor?

Para que tipo de clientes trabalharam?

Eles seguem os melhores processos e metodologias da indústria?

Eles ganharam algum prêmio pelas soluções que desenvolveram?

Eles têm recursos tecnicamente qualificados?

Quais certificações e credenciais eles têm relevantes para a solução que você escolheu?

Além disso, você pode falar diretamente com clientes anteriores de um provedor de soluções para saber suas avaliações sobre os serviços oferecidos por seu parceiro de desenvolvimento de comércio eletrônico.

10. Feedback e melhoria contínua

Assim que todas as implementações forem feitas e seu site de comércio eletrônico estiver no ar, você saberá realmente como seus clientes respondem ao seu site. Agora é a hora de monitorar ativamente o que está acontecendo em seu site. Você precisa se aprofundar nas estatísticas de análise da web do seu site e identificar as áreas de melhoria com base nesses insights.

Você também precisa ter um mecanismo de feedback forte para que os usuários possam enviar sugestões e feedback facilmente. Todos os dados que você coleta por meio de ferramentas de análise e feedback do cliente formarão a base das melhorias que você precisa fazer. A melhoria contínua é a chave para acompanhar as mudanças nos requisitos do cliente. É um processo contínuo e você precisa monitorar os dados que obtém de campanhas de análise, SEO, mídia social e PPC para fazer melhorias contínuas. Também é essencial acompanhar os avanços tecnológicos. Por exemplo, a pesquisa por voz está pronta para transformar as compras e o comércio eletrônico.

Conclusão

Decidir sobre a melhor plataforma de comércio eletrônico ou construir toda a solução de comércio eletrônico do zero é uma tarefa enorme. A combinação de todos os fatores mencionados neste artigo pode certamente ajudar empresas de todos os tamanhos a cumprirem suas metas de comércio eletrônico. A maioria das organizações tem o equívoco de que, depois de encontrar a melhor solução disponível no mercado, o resto cairá no lugar. Ao contrário, não importa o tamanho da solução, o sucesso depende de como você traça sua estratégia de implementação. Desde a pesquisa sobre as principais tendências de comércio eletrônico, os vários serviços de solução de comércio eletrônico até chegar à empresa ideal de desenvolvimento de sites de comércio eletrônico, o caminho para construir um negócio online de sucesso é longo, mas vale a pena percorrer.

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Crie um site de comércio eletrônico do zero como um profissional

De acordo com relatórios de pesquisa, o crescimento dos negócios online em todo o mundo é significativamente mais rápido e maior em comparação com os negócios tradicionais. O sucesso dos negócios de comércio eletrônico tem sido tão impactante que até mesmo casas de negócios estabelecidas começaram a venda online como um esforço complementar. No entanto, comecemos pelo princípio, no caso do comércio eletrônico, é obrigatório criar um site de comércio eletrônico no início.

Existe uma maneira definitiva de realizar o processo de criação e operação de um site de comércio eletrônico . Embora o envolvimento profissional seja sempre solicitado para esses esforços, o conhecimento justo também pode ajudar a iniciar um negócio online .

Siga estas etapas para construir sua loja de comércio eletrônico do zero:

Decida o produto que você deseja vender

Ao navegar na Internet, você deve ter notado a existência de vários sites de comércio eletrônico que vendem itens variados . Existem alguns sites dedicados à venda de uma determinada linha de produtos ou serviços, como roupas, planos de viagem, itens de moda, etc. Além disso, existem alguns outros sites de comércio eletrônico que vendem vários itens, como telefones celulares, laptops, eletrodomésticos, livros, CDs , home theaters, câmeras úteis, artigos esportivos e assim por diante. Este último é como uma grande loja de departamentos que vende tudo sob o mesmo teto.

Por isso, é importante, desde o início, decidir sobre o produto ou serviço que deseja vender através do seu site. Ao decidir sobre o item de comércio é essencial estimar a demanda local. Os compradores sempre preferem comprar itens de um fornecedor local, independentemente de estarem online ou offline. O fornecedor local sempre garantiria entregas mais rápidas, condições de pagamento mais fáceis e substituições antecipadas em caso de remessas erradas ou defeituosas.

Escolha o seu modelo de negócios

Como proprietário de uma empresa de comércio eletrônico, você pode escolher seu modelo de negócios de acordo com suas necessidades. Você pode vender apenas por meio de sua loja online ou pode vender seus produtos em mercados como Amazon, Flipkart, eBay, etc. Você também pode vender seus produtos em ambas as plataformas ao mesmo tempo.

Escolha uma empresa e um nome de domínio

Depois de decidir a variedade de itens e o modelo de negócios, a próxima etapa seria escolher o nome da empresa e criar um domínio. O nome de uma empresa deve ser relevante para seus produtos e fácil de lembrar para seu público-alvo. Um domínio fornece uma identidade e torna mais fácil para os compradores online reconhecê-lo. No entanto, para empresas com recursos financeiros limitados, seria desejável obter um domínio compartilhado. Compartilhar um domínio com um nome estabelecido facilita o contato com seus compradores-alvo. Conforme o negócio cresce, é aconselhável ter um domínio dedicado, pois ajuda na otimização do mecanismo de pesquisa e no reconhecimento mais fácil.

Selecione um construtor de sites de comércio eletrônico

Hoje em dia, é muito simples construir sua loja online com a ajuda de construtores de sites de comércio eletrônico como o Shiprocket 360 . Este software DIY online cria sites em poucos segundos onde você pode começar a vender produtos instantaneamente.

Projetando sua loja de comércio eletrônico

Seu site de comércio eletrônico é sua loja e precisa ser projetado para a conveniência de seus compradores. Seu site deve conter detalhes sobre seus produtos e serviços vendáveis. Imagens, descrições , preços, comentários de usuários, classificações devem ser incluídos em sua página da web para orientar os compradores em potencial. Você deve ter certeza de que sua página da web mostra seus produtos perfeitamente para que os compradores nunca sejam enganados. Você deve tornar suas páginas da web e seu site atraentes, pois são a representação de sua marca para os compradores online.

Configurar o gateway de pagamento

Como um negócio online, é necessário ter várias opções de pagamento disponíveis para os clientes. Os criadores de eStore, como o Shiprocket 360, vêm com ferramentas que podem configurar essas funcionalidades para o seu site automaticamente. O cliente deve ser capaz de fazer pagamentos através de cartão de crédito, cartão de débito, carteiras online, net banking, COD , etc.

Proteja seu site instalando o certificado SSL

Para todos os sites que transferem dados online, deve-se ter certeza de que sua conexão está protegida por uma Secured Security Layer (SSL). O certificado SSL mantém seu site seguro e gera confiança entre seus clientes. Hoje em dia, até o Google recomenda ter um certificado SSL para cada site.

Selecione o seu parceiro de envio

Depois de começar a vender produtos por meio de seu site de comércio eletrônico, você precisa enviar esses produtos para seus clientes com a ajuda de serviços de correio. Os serviços agregadores de logística de comércio eletrônico, como o Shiprocket, são a melhor opção. Eles oferecem várias opções de agência de correio para enviar seu produto com as taxas de envio mais baixas disponíveis, para que você tenha o valor máximo de lucro em sua parte.

Estas são as etapas básicas para criar um site de comércio eletrônico para seu produto ou serviço e começar a vender instantaneamente.

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12 etapas para construir um site de comércio eletrônico de sucesso em 12 meses

Alguns especialistas prevêem que o comércio eletrônico ultrapassará US $ 2 trilhões em vendas nos próximos anos – é o setor de crescimento mais rápido e um dos mais valiosos.

Quando você pode fazer compras on-line, finalizar a compra com facilidade e, em seguida, ter seu par de jeans favorito, um belo relógio novo ou até mesmo um computador personalizado enviado diretamente à sua porta, você pode pensar que o processo não é tão complicado.

Como profissional de marketing digital, ajudei várias marcas a aumentar as vendas por meio do e-commerce . Isso me fez querer começar meu próprio site de e-commerce, para que eu pudesse realmente entender o processo e o que é necessário para lançar uma loja online do zero.

Abaixo estão dicas e truques que aprendi durante o ano que minha irmã e eu levamos para lançar o DermWarehouse , um site de comércio eletrônico que vende produtos de beleza e cuidados com a pele . As etapas descritas abaixo não apenas garantirão que você siga o caminho mais rápido e profissional para colocar seu site em funcionamento, mas também definirão seu marketing e SEO para um sucesso futuro, o que aumentará seus resultados financeiros.

Estratégia de SEO de um ano.

Se você nunca começou uma loja de e-commerce do zero, é impossível entender o quão demorado e detalhado é o processo. Ao olhar para qualquer site de comércio eletrônico, você nunca pensa no fato de que alguém teve que criar conteúdo e carregar individualmente cada produto. Não só isso, você também tem que negociar com cada fabricante para poder listar seus produtos online, antes mesmo de começar o processo de listagem real.

Além de todo o trabalho necessário para realmente construir o site, com base na minha experiência em agência de marketing, entendi como pode ser frustrante ter esse site e modelo de negócios funcionando no qual você trabalhou tanto, mas sem gerar tráfego orgânico. Portanto, iniciamos nossa estratégia de SEO no início, um ano antes do lançamento do site, ao mesmo tempo em que construímos nosso website. Precisávamos desse tempo de qualquer maneira para o desenvolvimento, então por que não aproveitá-lo ao máximo e matar dois coelhos com uma cajadada só?

Abaixo está uma lista de todas as etapas que seguimos para começar e construir com sucesso nosso site de comércio eletrônico:

1. Compre um nome de domínio.

Isso é muito simples. Você precisa de um nome de domínio que identifique perfeitamente sua marca. Não pense demais no processo. Usando um site como o GoDaddy , você pode comprar um nome de domínio por menos de $ 10,00.

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2. Encontre um desenvolvedor web.

Este é um componente crucial no lançamento de seu site de comércio eletrônico. Se você deseja lançar seu site em um período de tempo relativamente curto e de maneira profissional, certifique-se de fazer uma avaliação quando se tratar de contratar um desenvolvedor. Obtenha referências de outros sites de comércio eletrônico que o desenvolvedor construiu. Obtenha um cronograma de quanto tempo eles estimam que levará para lançar o site. Certifique-se de que eles tenham um fundo de design gráfico para que possam recortar imagens que se alinhem ao seu site. Certifique-se de perguntar se o desenvolvedor tem experiência na construção de sites na plataforma de comércio eletrônico que você escolher (consulte a etapa 4).

Muitas vezes, os empreendedores avançam com um desenvolvedor sem fazer a devida diligência em termos de pesquisa. Não deixe que isso aconteça com você, pois isso pode interromper o seu site antes mesmo de você começar. Se você quiser saber mais sobre quanto tempo seu site de comércio eletrônico deve levar para ser lançado, sinta-se à vontade para entrar em contato com um especialista em web design .

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3. Obtenha toda a papelada necessária para um negócio legítimo.

Registre sua empresa, obtenha uma licença de fornecedor e comece a examinar questões jurídicas de negócios. Você deve entrar em contato com um advogado local para ajudá-lo na criação de seu negócio. Embora seja um custo inicial, é provável que você economize dor de cabeça e despesas significativas no futuro.

De acordo com Alyson Letsky, um advogado da Eastman & Smith Ltd. em Columbus, Ohio , você primeiro precisará traçar uma estratégia e determinar o estado no qual deseja ser domiciliado e, em seguida, verificar os registros exigidos com o Secretário de Estado desse estado e o departamento de tributação ou receita.

Você precisará registrar os artigos de incorporação ou organização apropriados com o Secretário de Estado do seu estado se estiver começando uma corporação, sem fins lucrativos, sociedade de responsabilidade limitada ou organização profissional. Além disso, se você estiver fazendo vendas tributáveis, precisará obter uma Permissão de Vendedor ou Licença de Vendedor com a agência estadual apropriada. Muitos fornecedores exigirão que você também tenha isso antes de concordarem em trabalhar com você.

Se você está começando uma organização sem fins lucrativos, verifique com o escritório do procurador-geral do estado para saber quais licenças e registros de caridade são necessários. Por último, você precisará dos documentos organizacionais apropriados. Entre em contato com seu advogado para obter mais informações, mas esta não é uma etapa a ser ignorada.

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4. Selecione o comércio eletrônico e a plataforma de hospedagem do site.

Para economizar tempo e dinheiro, selecione uma plataforma de comércio eletrônico popular. Eu recomendo Shopify , WooCommerce ou BigCommerce . A maioria dos desenvolvedores está familiarizada com eles, o que facilita a integração de plug-ins, processamento de pagamentos, etc.

Para nosso site de comércio eletrônico de cuidados com a pele, decidimos usar WooCommerce por causa de seus recursos de WordPress. Escolhemos o WP Engine para a hospedagem, que custa US $ 29,99 por mês e oferece uma solução de hospedagem rápida e segura.

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5. Encontre um tema que corresponda à sua visão de comércio eletrônico.

Para economizar ainda mais tempo, você pode comprar um tema da ThemeForest para encontrar um layout que se assemelhe à aparência que você deseja do ponto de vista do comércio eletrônico. ThemeForest tem mais de 28.000 modelos de sites e temas a partir de $ 2. Eles são o principal mercado de modelos de sites.

Não reinvente a roda. Em vez de construir seu site do zero, baixe um modelo de ThemeForest ou um site semelhante. Aprendemos com a experiência que o processo de personalização pode ser muito oportuno e frustrante. Portanto, se você encontrar um tema de que goste, provavelmente evitará uma grande dor de cabeça.

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6. Leve seu site ao vivo.

Assim que você se comprometer em iniciar seu negócio, coloque seu site no ar, antes mesmo de listar qualquer um de seus produtos. Faça com que seu desenvolvedor crie uma página inicial, uma página “Sobre nós” e uma página de contato. Não precisa ser bonito, mas ter um site em funcionamento será útil por vários motivos:

Primeiro, permitirá que você estabeleça legitimidade ao negociar acordos com fornecedores. Você terá mais do que apenas uma ideia. Em segundo lugar, ao entrar em contato com repórteres e blogueiros, eles podem ver que você tem um site e é confiável. Terceiro, ele fornecerá um local para todas essas fontes vincularem de volta ao seu site, o que é, obviamente, a chave para a construção de SEO.

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7. Ajude um Repórter (HARO)

Help A Reporter Out (HARO) é uma das melhores ferramentas de RP e SEO que qualquer empresário ou profissional de marketing digital pode utilizar. É gratuito, gera uma exposição incrível (se executado corretamente) e pode realmente ser uma virada de jogo (novamente, se executado corretamente).

O HARO fornece aos jornalistas um banco de dados robusto de fontes para as próximas histórias e oportunidades diárias de fontes para garantir uma cobertura valiosa da mídia. Inscreva-se e use este recurso o máximo que puder para construir credibilidade e estabelecer relacionamentos com a mídia para seu site.

Quando se trata de HARO, existem vários componentes-chave para a execução. O primeiro é a oportunidade. Quando um repórter envia uma consulta, ele pode receber centenas de argumentos de venda em resposta. Cada consulta também tem um prazo, portanto, responder imediatamente, de manhã, à tarde e à noite, é fundamental por ambos os motivos.

O segundo elemento chave é encontrar um verdadeiro especialista do setor com facilidade de acesso. Felizmente, tínhamos um dermatologista à nossa disposição o tempo todo para a DermWarehouse. Isso nos deu uma vantagem sobre os milhares de pitches que tratam de empreendedorismo (aos quais ainda respondíamos também, mas com uma taxa de conversão menor).

Se você gastar o tempo e enviar de volta dois argumentos de venda por dia durante o período de um ano, obterá uma exposição tremenda em alguns dos sites mais populares da web. Isso não só ajudará a aumentar a exposição da sua marca, como também ajudará muito o seu SEO.

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8. PitchBox.

Desenvolver relacionamentos com os contatos da mídia é muito importante. É aqui que o Pitchbox entra. O Pitchbox automatiza o trabalho pesado de divulgação para que você possa se concentrar no que faz de melhor – criando conexões reais, pessoa a pessoa, com as pessoas que deseja alcançar. O Pitchbox ajuda a dimensionar seus esforços de divulgação. Ele lida com todos os aspectos, desde a prospecção até o envio por e-mail, acompanhamento e gerenciamento do fluxo de trabalho.

Depois que a PitchBox enviar um argumento de venda inicial, se alguém não responder, seu software SaaS enviará um e-mail de acompanhamento com base em uma programação cronometrada. Você pode criar seus próprios e-mails (inicial e de acompanhamento) para que a mensagem ainda soe pessoal.

Pitchbox começa em US $ 95 para startups e é um grande recurso para gerar relacionamentos de alta qualidade. Usamos esse serviço para divulgação do fornecedor e também para divulgação da mídia. Isso nos economizou uma quantidade enorme de tempo. Se você também é um usuário do Moz, pode integrá-lo ao Pitchbox, permitindo que você filtre os resultados da pesquisa com base na autoridade do domínio.

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9. Alcance personalizado.

Relacionamentos personalizados são muito importantes, tanto para fornecedores quanto para a mídia. Se você implementou com sucesso uma estratégia de SEO, definitivamente entende o valor dos relacionamentos personalizados.

 Certifique-se de apresentar ao site algo de valor. É importante fazer pesquisas sobre repórteres e editores para que, quando você lhes der uma ideia de história, o e-mail não fique enterrado em sua caixa de entrada ou excluído sem ler.

Digamos que sua loja de comércio eletrônico venda “Pete’s Pasta Sauce”. Compartilhe sua experiência por meio de artigos ensinando leitores e aficionados da culinária sobre suas receitas mais deliciosas. Envie a um editor uma amostra de seu molho de macarrão para ajudar a explicar por que seu pesto se destaca entre os concorrentes.

Se você estiver vendendo apenas seu próprio molho de massa caseiro, não estará lidando com relacionamentos com fornecedores, mas se estiver vendendo diferentes marcas e produtos, estará trabalhando em estreita colaboração com esses fornecedores. Ou pelo menos você deveria estar!

Pegue o telefone ou encontre seu representante para um café. Os vendedores são as pessoas que ditam as vendas e as promoções. Eles podem mantê-lo atualizado sobre as últimas tendências de suas marcas para ajudar a impulsionar suas vendas. Eles são as pessoas que mais sabem sobre os produtos que você vende, por isso é muito importante estabelecer relações com eles. Deixe-os saber que você é uma equipe e deseja trabalhar com  eles para garantir o sucesso para vocês dois. Eles vão gostar e pensar em você sempre que tiverem uma oferta ou promoção especial, ou mesmo uma grande ideia de marketing. Se você construiu um relacionamento com eles, é o seu site que eles desejam compartilhar essas ideias e ofertas.

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10. Obtenha um  gateway de pagamento .

Você já se perguntou como os pagamentos com cartão de crédito são aceitos em sites de comércio eletrônico? É através de um gateway de pagamento e também de um processador de cartão de crédito. Você provavelmente está mais familiarizado com o PayPal ou Stripe. Mas se você deseja aceitar cartões de crédito, cobrança recorrente e pagamento móvel, um gateway como o authorize.net ou 2Checkout.com oferece ótimas opções. WooRockets.com fornece uma grande lista dos “ 5 melhores gateways de pagamento para sites de comércio eletrônico ”.

Obter a aprovação para um gateway de pagamento e processador de cartão de crédito não é um processo fácil, então faça sua pesquisa e certifique-se de estar preparado. Antes de se inscrever, você precisará configurar um processo de checkout seguro em seu site, criar uma Política de Privacidade e Política de Devolução, descobrir seus métodos de envio e entrega, além de ter um número de telefone de atendimento ao cliente e endereço de e-mail em funcionamento.

Todas essas informações precisam estar visíveis em seu site. Certifique-se também de ter um histórico de crédito limpo, uma carteira de motorista ou identidade estadual dos EUA, uma conta bancária nos EUA para a empresa onde os fundos serão depositados e uma identificação fiscal federal. Você precisará de um cheque anulado (ou de uma carta do banco com as informações de sua conta) e também é uma boa ideia incluir uma carta de apresentação com sua inscrição explicando seu negócio e por que você terá sucesso.

A configuração do gateway de pagamento e o processamento do cartão de crédito pode demorar um pouco. Esses processadores não querem correr um grande risco em um negócio sem experiência ou que provavelmente não terá sucesso, então você deve provar a eles que esse não é o caso do seu negócio. Não espere até o último minuto para iniciar este processo.

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11. Google Shopping + Catálogo de produtos do Facebook.

Falamos muito sobre como construir sua presença de SEO durante o processo de desenvolvimento para que, ao invés de esperar que o desenvolvimento do site seja concluído e começar seu SEO do zero, você possa começar a reforçar seu SEO enquanto seu desenvolvedor está trabalhando em seu local.

Existem algumas coisas, no entanto, que você não pode concluir até que o site esteja pronto para ser lançado e todos os produtos tenham sido carregados. Quando você estiver nos estágios finais de desenvolvimento, certifique-se de configurar sua campanha do Google Shopping para garantir que as imagens de seus produtos sejam preenchidas quando os usuários pesquisarem por palavras-chave relevantes. Se você não está familiarizado com o Google Shopping, dou instruções passo a passo em “ 4 etapas fáceis para configurar uma campanha do Google Shopping por meio do Merchant Center. 

Você pode usar esse mesmo feed de dados do Merchant Center e carregá-lo no catálogo de produtos do Facebook.

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12. Solicite embalagens e descubra as opções de envio / armazenamento.

Antes de lançar seu site, você precisará descobrir como armazenar e enviar seu inventário. Você terá que determinar o armazenamento para fazer acordos com seus fornecedores. Algumas perguntas que você precisará responder são as seguintes:

Você utilizará o transporte direto ou armazenará todo o seu estoque em um depósito? Você usará USPS, UPS, FedE ou alguma combinação dos três para enviar e rastrear pacotes? Em que você enviará seu pacote? Que tamanho de embalagem você precisa? Você vai incluir algum material promocional em seus pacotes? Existem restrições de envio para algum dos produtos que você está oferecendo (por exemplo, alguns produtos de beleza só podem ser enviados por via terrestre)?

Você precisa de respostas para todas essas perguntas antes de estar pronto para enviar qualquer mercadoria. Como você pode ver, iniciar um site de comércio eletrônico é um processo bastante complexo e detalhado. Seguir esta lista de verificação garantirá que você tome as medidas adequadas para lançar seu site em tempo hábil, sendo proativo com seu SEO e marketing.

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Como tirar fotografia para comércio eletrônico

Se você já tem uma loja, ou ainda está montando, as imagens da sua loja são um dos elementos mais importantes para o sucesso do seu negócio, e podem ser a razão da baixa conversão mesmo de loja já estabelecidas.

Não é incomum que identifiquemos em nossos processos de auditoria que as imagens não sejam as melhores para converter em vendas. Queremos que as imagens representem a qualidade do seu produto, e a sensação que ele passa ao ser utilizado.

Se você vende por exemplo uma cafeteira, é ideal ter imagem que mostrem o produto sem qualquer fundo, para que o interessado possa ver o produto em detalhes, e outras, com detalhes de uso, que remetam ao cliente utilizando o produto.

Por exemplo, abaixo, na primeira imagem, seria a foto principal a ser exposta em sua loja, e na segunda, o uso. 

Você não precisa contratar o Matt Damon para suas fotografias, mas é importante, que suas imagens reflitam o conforto e situações de uso do seu produto. Lembre-se, o cliente não terá contato com seu produto até que o receba, use sua criatividade para tirar fotos que enaltecam as qualidades do seu produto.

Se você vende roupas infantis por exemplo, podem ser fotos em estúdio de crianças usando sua roupa, ou, somente a peça com um fundo mais ” confortável” do que um frio fundo branco. É comum utilizar uma pelúcia ou algo que dê uma cara mais ” viva” em suas imagens.

Em um cenário ideal teríamos:

– Fotografias com fundo branco mostrando somente o produto e suas qualidades técnicas

– Imagens de uso do produto, com montagens, pessoas utilizando.

– Se for tirar fotos com pessoas usando, contrate um fotógrafo profissional ou invista em aprender, utilize equipamento adequado e iluminação própria para fotografia.

Como tirar fotos dos meus produtos para meu ecommerce?

Se você for tirar fotografias por conta própria dos seus produtos, faça de maneira profissional! Fotógrafos cobram caro por um motivo. Os equipamentos, iluminação e edição são caros! Entendo que a maior parte das pessoas, ao menos no começo, não possam ter alguém dedicado a isto ou mesmo contratar para um profissional para tirar as fotos de todos os produtos, isto pode ser bastante caro.

O objetivo deste guia, é ensinar você, proprietário, a tirar suas fotos da melhor maneira possível, mas será necessário um investimento mínimo em equipamentos e iluminação.

Vamos começar?

1. A iluminação

Sem dúvida, um dos aspectos mais importantes da fotografia. Sem luz, ou com luz inadequada, seus produtos ficam sem graça e as cores podem ficar diferentes da cor que o produto realmente possui.

Também não é incomum, ao utilizar iluminação inadequada para fotografia, que apareçam riscos nas imagens, como faixas que apareciam em TV’s antigas.

Isto ocorre se as lampadas são de LED ou fluorescentes. Para resumir a explicação, a energia elétrica que temos em casa é chamada de corrente alternada, o que quer dizer que os eletrons ficam indo e voltando nos cabos (alternando o sentido, por isso do nome). No exato momento que ocorre a inversão no sentido da corrente elétrica, a potência de tudo que consome a energia fica em zero, pois os eletrons param por um instante para começar a voltar no sentido oposto. Nesses momentos a luz apaga.

No Brasil a frequencia da corrente é de 60 Hertz, o que quer dizer que essa inversão no sentido da corrente acontece 60 vezes por segundo. Por isso as luzes piscam nessa mesma frequencia.

Já o sensor das cameras trabalha com varredura dos pixels.. basicamente ele começa gravando a imagem de cima para baixo, em linhas horizontais, o que significa que a parte de cima da imagem é gravada em um momento ligeiramente diferente da parte de baixo, esse é o tempo que o sensor da camera leva para varrer toda a imagem.

Isso tudo é muito rápido e imperceptível em condições normais, mas quando se lida com uma luz também piscando muito rápido as coisas começam a se sincronizar e dar errado.

As listras acontecem porque no momento que se está tirando a fotografia, enquanto o sensor da camera está fazendo a varredura da imagem pra salvar a foto, a luz pisca. Isso causa uma faixa preta na tua imagem, pois enquanto o sensor estava salvando a imagem naquelas linhas da faixa preta, a luz estava apagada.

A solução mais adequada para isso é trocar as lampadas. Lampadas feitas para fotografia normalmente funcionam em corrente continua, não alternada

Recomendamos no mínimo três lâmpadas de luz contínua, utilizando duas de maneira cruzada e outra acima do produto, para evitar sombras. Estas lâmpadas fornecerão luz suficiente para que a fotografia fique com excelente qualidade, e por serem próprias para fotografia, não aparecerão as faixas.

Estas lâmpadas são bem mais caras que comuns, mas, suas fotos ficarão sem os riscos e com com boa resolução. Também duram muitos anos, então, vale o investimento.

2. Como montar meu mini estúdio fotográfico.

O primeiro passo, é trabalhar com um fundo que seja fácil de remover posteriormente. Algumas pessoas utilizam fundo branco. Se você possui produtos brancos ou com cores claras, isto irá dificultar e encarecer o processamento da imagem. 

Aconselhamos o uso de um fundo verde, que dará contraste suficiente para remoção posterior. Utilize o tecido helanca na cor verde claro, que é o mais indicado por suas característica de não amassar, o que evitar sombras.

Com as lâmpadas, a helanca verde e um celular com boa resolução, você já possui tudo que precisa. Se puder investir, compre um tripé, suas fotos ficarão mais firmes.

3. Como tratar as imagens

Agora que tirou as fotos, é o momento de remover o fundo verde, para que suas imagens fiquem próprias para uso. Não vou entrar em detalhes em como fazer isto, mas existe, dezenas de tutoriais na internet e softwares como Photoshop que fazem isto.

Caso prefira, aqui na Eikonikos, temos um pacote de edição de imagens para comércio eletrônico. Se tiver interesse, entre em contato conosco que enviamos as informações.

 

4. Quais são as dimensão ideais da minha imagem?

Caso resolva tratar suas próprias imagens, procure deixá-las na proporção 1:1.

Considere também o peso das imagens no processamento final. O ideal é deixar com 1024 x 1024 com 72 dpi. 

Coloque o título adequado nas imagens, para refletir seu produto.

Salve as imagens em jpeg. Se você hospeda seu site conosco, faremos otimizações posteriores, para melhorar ainda mais a performance ao servir as imagens.

A imagem abaixo, por exemplo, está na proporção 1:1. Considere isto na hora de tirar as fotos, para que seu produto fique devidamente enquadrado.

A intenção deste breve artigo foi dar orientações gerais. Caso tenha alguma dúvida, ou queira melhorar seu negócio, entre em contato com a gente!

How to use a naked domain with Swipe Pages

So, you just put your hands on this awesome deal on Appsumo, Swipe Pages, but, instead of a subdomain, like they currently allow, you want to use your naked domain, that was at least my case, personally, I don’t like the www, they look so outdated.

Anyway, this is a common “issue” with landing page builders, they normally will connect only a subdomain, but it is possible, with a little adjustment, to connect your naked domain of choice.

What do I need to connect a naked domain with Swipe Pages?

With that, let’s do this

Login into your Cloudflare account

First thing, you need to add a domain

Choose your plan. You want the free plan. This is free as free beer, not free as free kittens.

Once you do it, Cloudflare will scan your records. If this is a new/unused domain, you will have no records

It will look something like this

Once this is finished, Cloudflare will generate two records, called NS records, they look something like this:

joe.ns.cloudflare.com

baby.ns.cloudflare.com

Just use this records within your domain registrar, to point to Cloudflare. Since each registrar does this a different way, I’ll not tell you how to do it, but, it’s pretty simple.

Now, let Cloudflare do this thing. This process might take some time, since the DNS needs to propagate.

Go back to your Swipe Pages account

Add your domain. You will see a popup, that will show you a CNAME record. Just copy it. You will need it for the next step

Login back into your Cloudflare account, and now, we will add the record.

Remember that blue button, saying +ADD RECORD? Hit that baby like you hit a ball with your baseball bat, don’t fear.

Let’s connect the naked/root domain

Set a rule for redirection

Now, go back to your cloudflare dashboard , we will need to set a rule to redirect the traffic to the correct place

Once you are there, we need to set the rule. With the free plan you can have up to 3 rules, but, we just need one.

Now, pay close attention, is very important to set this right

Done! I hope this is helpful to you guys.

Wirecard Insolvente

Wirecard desabou nesta quinta-feira devendo aos credores quase  $4 bilhões, após a divulgação de um buraco em seus livros no que é até agora o pior escândalo contábil na Alemanha.

 

 

A empresa entrou com pedido de falência em um tribunal de Munique dizendo que, com 1,3 bilhão de euros (us$1,5 bilhões) em empréstimos devidos no final do mês a sua sobrevivência “não esta garantida”.

Sua implosão veio uma semana depois de EY, seu revisor oficial de contas, por mais de uma década, recusar-se a assinar as contas de 2019, forçando a saída do CEO  Markus Braun e levando Wirecard admitir que tem um rombo $2,1 bilhões.

 

EY disse que não tinha nenhum comentário imediato.

 

Wirecard é o primeiro membro do prestigioso índice DAX alemão a colapsar, apenas dois anos depois de ganhar um lugar entre as 30 empresas melhores cotadas neste índice, com uma avaliação de mercado de us $28 bilhões.

Os credores têm pouca esperança de voltar a ver os 3,5 bilhões de euros, que são devidos, dizem fontes familiarizadas com o assunto. Desse total, a Wirecard tem emprestado de 15 bancos 1,75 bilhões e emitiu 500 milhões de dólares em obrigações.

“O dinheiro já era”, disse um banqueiro. “Podemos recuperar alguns euros em um par de anos, mas o empréstimo irá ser escrito agora.”

O colapso da Wirecard, já classifica como a melhor empresa do setor financeiro na Alemanha, escancara a fragilidade do sistema.

EY enfrenta uma onda de processos judiciais em um escândalo que tem sido comparado ao enfrentado por  Arthur Andersenás , que era o CEO da companhia de energia Enron, nos EUA.

O escritório alemão de advocacia Schirp & Parceiro, disse que com a Wirecard agora marginalizada, eles irão representar contra EY ações de classe de acionistas e clientes.

“é assustador quanto tempo Wirecard AG foi capaz de operar sem ser denunciada pelos auditores,” sócio Wolfgang Schirp disse.

 

 

 

Os negociadores da Wirecard foram removidos das conversas com instituições financeiras e outras instituições, por conta do escândalo agora tornado público.

Um segundo fonte próxima às negociações com os credores disse que, embora a empresa tivesse uma saudável núcleo, cerca de dois terços das vendas tinha sido falsificado em suas contas.

“não há a menor possibilidade que eles consigam pagar a sua dívida total de 3,5 bilhões de euros , mesmo com as ameaças legais,” disse a fonte sob condição de anonimato.

 

A Wirecard, que foi fundada em 1999 e é baseada em um subúrbio de Munique, foi marcada por denúncias de informantes, repórteres e especuladores que as suas receitas e os lucros tenham sido inflacionados com informações falsas.

 

Como isto afeta o Wirecard/Moip no Brasil?

 

Até onde verificamos, ainda não há pronunciamento oficial da Wirecard no Brasil sobre o caso, mas, em geral, as empresas operam sob pessoas jurídicas diferentes, e portanto, a operação brasileira não deve ser afetada.

 

Caso prefira buscar alternativas, há diversas empresas no mercado. Nós utilizamos o Mercado Pago, por ser uma operação já bastante consolidade no Brasil e na América Latina, e ter checkout transparente integrado a plataformas como o Shopify e Woocommerce.

 

nota: texto originalmente publicado na Reuters, com adaptações.

 

 

Woocommerce ou Shopify?

Woocommerce ou shopify

O comércio eletrônico cresce no Brasil a passos largos, e é estimado que em 2020 este salto seja ainda mais pronunciado. Quando um empreendedor começa a olhar para as opções de plataforma há diversas opções, como plataformas menores e que trazem uma solução única, como a problemática Gencomm.

woocomerce ou shopify?

A opção mais segura é ter uma loja e processar seus pagamentos em outra, desta maneira, você não fica refém de eventual má administração da plataforma.

Shopify vs WooCommerce: Qual é a melhor plataforma de comércio eletrônico para você?

Se você deseja começar no comércio eletrônico ou profissionalizar a sua “lojinha”, já deve ter percebido que existem várias escolhas a serem feitas. Uma escolha crucial  é sobre a plataforma que você vai utilizar. Existem diversas opções no mercado mas a dúvida acaba caindo entre optar por Shopify ou WooCommerce. Praticamente 50% do e-commerce mundial utiliza uma dessas duas plataformas. Deve ser sem bons motivos, certo?

Mas quais são as diferenças entre plataformas de comércio eletrônico? É melhor escolher o Shopify ou o WooCommerce para o seu negócio?

A resposta está nos recursos que você acha que precisa para sua loja de comércio eletrônico. Depois de ter uma ideia clara do que você precisa e o que é melhor para o seu modelo de negócios específico, sua escolha se torna óbvia.

Ambas as plataformas são excelentes opções de comércio eletrônico que oferecem funcionalidades semelhantes. Mas qual delas tem mais recursos, é mais fácil, mais bonita visualmente, mais customizável, com melhor custo benefício? Qual plataforma atende às suas necessidades e vai te ajudar a bombar o seu e-commerce?

Sua escolha provavelmente dependerá das diferenças nos modelos e preços entre o WooCommerce e o Shopify.

O Shopify é fantástico para quem é iniciante no comércio eletrônico ou para quem deseja uma solução pronta para uso.

O WooCommerce é perfeito para quem deseja controle total sobre sua loja eletrônica e também quer o poder do WordPress.

Aqui na eikonikos nós utilizamos ambas e apesar de esclarecermos os prós e contras de cada uma, a decisão final é sua.

Este artigo é para te ajudar a acabar de vez com as suas dúvidas.

WooCommerce vs Shopify: uma visão geral

O WordPress é um CMS de código acessível projetado para publicação de conteúdo. Lançado em 2011, o WooCommerce é um plug-in de comércio eletrônico gratuito para WordPress que transforma seu site em uma poderosa loja de comércio eletrônico.

De acordo com a BuiltWith, mais de 3,8 milhões de sites usam o WooCommerce, tornando-a a plataforma mais popular no setor de comércio eletrônico. Um êxito devido à facilidade de uso, recursos avançados e opções de personalização ilimitadas.

O Shopify é um pouco mais antigo que o WooCommerce (foi lançado em 2004). Essa plataforma de origem canadense possui mais de 1 milhão de comerciantes e oferece uma série de recursos atualizados, graças às atualizações regulares.

Ao contrário do WooCommerce, o Shopify é uma plataforma proprietária paga (assinatura mensal + comissão sobre vendas). É uma plataforma altamente intuitiva e é considerada a referência para a qual todas as outras plataformas do setor de comércio eletrônico são comparadas hoje.

O Shopify é uma solução completa que permite criar uma loja on-line, gerenciar seus produtos e processar pagamentos usando um único serviço.Com o Shopify, você pode vender todos os tipos de produtos, incluindo itens físicos, downloads digitais, produtos enviados diretamente e até serviços. Se você possui uma loja física, pode integrá-la à sua loja Shopify graças aos seus dispositivos de ponto de venda.

Se você é novo no comércio eletrônico ou simplesmente deseja uma solução simples e pronta para usar, o Shopify é certamente uma opção sólida.

O WooCommerce é uma solução de código aberto , e permite que você administre uma loja online usando a plataforma WordPress que muitos conhecem e adoram. Para entender o WooCommerce, você precisa entender o WordPress. Esta plataforma de criação de sites de código aberto é extremamente popular, tão popular que estima-se que o movimente 28,9% da Internet, incluindo alguns dos maiores sites do mercado.

No entanto, ela não foi construído especificamente com o comércio eletrônico em mente. Em vez disso, ele foi projetado para ser uma solução completa para criar e gerenciar conteúdo com um site dinâmico. Parte do motivo pelo qual o WordPress é um CMS tão popular é porque ele possui um extenso ecossistema de complementos chamados plugins. Esses plug-ins estendem a funcionalidade do WordPress de maneiras novas e interessantes, permitindo que ele faça muito mais do que apenas publicar postagens no blog.

É aí que entra o WooCommerce. Este plug-in do WordPress que adiciona uma série de recursos de comércio eletrônico a qualquer site do WordPress, incluindo itens como carrinho de compras, páginas de produtos, gerenciamento de inventário etc.

Aqui está o que você precisa saber:

O painel do Shopify facilita o entendimento da atuação do seu estabelecimento, bem como dos problemas que você precisa conhecer. Também é fácil ajustar configurações como remessa, impostos, recepção de novos pedidos, devolução e muito mais.

Por exemplo, caso você adicione um produto à sua loja do Shopify, todas as opções estão disponíveis em um único painel para que você não precise visitar vários pontos no seu painel ao adicionar novos produtos. Isso significa que você não precisa procurar em vários lugares todas as coisas que precisam ser incluídas (descrição, especificações, remessa etc.) ao lançar novos produtos no mercado.

Se a tecnologia lhe intimida, o Shopify faz tudo o que pode para facilitar as coisas.

SUPORTE AO CLIENTE

Como o Shopify quer ser uma solução completa, eles fazem grandes esforços para oferecer atendimento ao cliente de primeira classe. Você pode entrar em contato com um especialista em atendimento ao cliente a qualquer momento, 24 horas por dia, 7 dias por semana, por telefone, email ou chat ao vivo.

Eles também têm uma extensa base de conhecimento que contém soluções para muitos dos problemas mais comuns.

Se você está preocupado em ficar preso ou encontrar um problema, o Shopify quer tranqüilizar sua mente.

SHOPIFY SEO

Práticas básicas de SEO, como metadados e cópia do site, não são problema no Shopify. Supondo que você esteja adicionando descrições suficientes para produtos, cópia da página inicial e outros itens relacionados ao SEO, tudo bem.

E quando se trata de design, os temas do Shopify têm uma reputação de código limpo e estruturas de vinculação naturais, importantes para os rankings de pesquisa.

Como as lojas do Shopify estão hospedadas em sua enorme infraestrutura, as páginas são carregadas rapidamente, o que é outro elemento importante para o SEO.

A única desvantagem é que, se você deseja adicionar um blog, ele precisa ser hospedado em terceiros como o WordPress.

WooCommerce

TUDO QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE WOOCOMMERCE

Agora que você tem uma ideia sólida do Shopify, vamos explorar o WooCommerce. Este plugin oferece as mesmas funções do Shopify com uma vantagem importante: controle.

Como as lojas do Shopify são construídas na plataforma do Shopify, você é limitado no que pode fazer. Você está limitado aos temas e às opções de venda. Com o WooCommerce, por outro lado, suas opções são quase ilimitadas porque você está construindo na plataforma WordPress, que possui milhares de temas e plugins, os quais podem aprimorar sua loja.

Com o Shopify, você não é o proprietário do seu site. Você obtém seu próprio URL e economiza a taxa de hospedagem, mas está restrito apenas ao que o Shopify permite. Essa abordagem direta funciona bem para iniciantes em comércio eletrônico (e empreendedores preguiçosos), mas não para aqueles que preferem uma abordagem prática.

Por outro lado, o WordPress e seu plugin de comércio eletrônico são ferramentas para facilitar a construção de seu próprio site. Você tem muito mais opções, vastas bibliotecas de plug-ins para personalizar seu site e mais controle em geral – especialmente no que diz respeito ao design do site, que discutiremos abaixo.

Pense assim: você está construindo uma casa e precisa escolher entre duas equipes de construção. Um permite que você projete os planos da maneira que desejar, mas o outro vem com um arquiteto rígido que diz o que você pode ou não fazer.

OPÇÕES DE PROJETO

O WooCommerce foi projetado para funcionar com a maioria dos temas do WordPress, o que significa que a suas opções de design são essencialmente infinitas. Existem muitos temas gratuitos disponíveis e milhares de temas premium de alta qualidade para você escolher. Se você já tem um site WordPress e um tema que você gosta, o plugin de comércio eletrônico provavelmente pode trabalhar com ele. Se você está apenas começando, escolha um tema que anuncia a compatibilidade do WooCommerce para garantir que todos os seus recursos de comércio eletrônico sejam exibidos corretamente.

Existem temas criados especificamente para o comércio eletrônico. Portanto, se você estiver com problemas para selecionar um tema, sempre será uma opção sólida. O Storefront Theme é o tema oficial do WooCommerce e é uma ótima opção para sua loja de comércio eletrônico.

Embora o Shopify tenha uma variedade impressionante de temas, o WooCommerce pode ser incorporado a qualquer tema do WordPress, além de sua própria biblioteca. Isso oferece muito mais variedade, não apenas no design do modelo, mas nos recursos do site.

Pense nisso. Com o WooCommerce, você pode integrar qualquer plugin do WordPress ao seu site de comércio eletrônico. Isso cria uma seleção quase infinita de possibilidades.

Obviamente, isso significa que você precisa dedicar mais tempo à criação do seu site, e nem todos os plug-ins são gratuitos. A maioria dos temas do Shopify é bem projetada e, se você não deseja mexer com o design, o Shopify pode ser uma opção melhor.

Melhor plataforma única para executar sites de comércio eletrônico e afiliados sob o mesmo teto. Design e temas impressionantes, com recursos suficientes para vender e integrações para automação de marketing.

OPÇÕES DE PREÇOS

O WooCommerce e o WordPress são gratuitos. No entanto, você precisará comprar algumas coisas, como hospedagem na web, um nome de domínio, um tema (se você escolher um premium) e quaisquer plugins premium que você possa usar.

Além disso, você precisará levar em consideração as taxas de transação do seu gateway de pagamento. Felizmente, eles só entrarão em vigor quando você fizer uma venda.

Quando se trata de preço, o plugin é, pelo menos inicialmente, a alternativa mais barata. No entanto, se você começar a comprar temas e plugins premium, seus custos subirão. Dependendo do plano do Shopify, você pode acabar pagando aproximadamente o mesmo valor.

CARACTERÍSTICAS

O WooCommerce pode fazer qualquer coisa que o Shopify possa fazer, e mais ainda. Embora ele não tenha necessariamente todos os recursos que o Shopify possui, você pode ter certeza de que alguém desenvolveu um plug-in para qualquer recurso necessário e provavelmente haverá várias opções diferentes para escolher. Você encontrará plug-ins para tudo, desde a funcionalidade de carrinho abandonado ao gerenciamento de inventário. Você pode ajustar sua página de checkout e adicionar recursos sofisticados de automação de marketing. Se houver necessidade, há um plug-in. Caso você precise de alguma funcionalidade muito específica e não exista um plug-in, você descobrirá que há um oceano de desenvolvedores experientes do WordPress que ficaria feliz em criar esse plug-in para você.

Se você deseja vender no Facebook, implementar marketing por email ou estudar o comportamento de seus clientes, o WooCommerce pode fazê-lo.

Aqui está o que você obterá com o WooCommerce:

O WooCommerce faz muito de imediato e é grátis. Os principais recursos gratuitos são muito semelhantes aos planos pagos do Shopify. Isso pode parecer uma opção muito mais acessível, e pode ser muito bem, mas você deve estar ciente do fato de que, para obter recursos avançados de comércio eletrônico, você pode comprar plug-ins pagos.

FÁCIL DE USAR

Depois de concluir as etapas iniciais de configuração de um site WordPress, trabalhar com o WooCommerce é tão fácil quanto trabalhar com o Shopify.

A configuração inicial não é difícil, mas demora um pouco mais que a outra e envolve alguns pequenos detalhes técnicos. Se você se sentir desconfortável com relação à tecnologia, poderá ter problemas nesta etapa, mas não é realmente difícil.

Para iniciar o WooCommerce, você precisa:

  1. Compre seu nome de domínio.
  2. Compre hospedagem na web.
  3. Instale o WordPress.
  4. Instale o plugin WooCommerce.
  5. Instale quaisquer plugins adicionais necessários.

Se isso o intimida, existem empresas de hospedagem especializadas em WordPress que cuidam de tudo para você. Algumas empresas ainda têm opções de instalação de WordPress e WooCommerce com um clique, o que significa que você pode colocar sua loja em funcionamento com o mínimo de trabalho técnico.

Assim que seu site e estiver funcionando, você será direcionado a um assistente de configuração. Isso ajudará você a configurar itens como configurações de moeda, opções de envio, gateways de pagamento e muito mais.

E, como o Shopify, o WooCommerce facilita a adição de novos produtos. Geralmente, isso pode ser feito com alguns cliques, o que significa que você não precisa gastar horas tentando inserir novos produtos em sua loja de comércio eletrônico.

APOIO, SUPORTE

Uma desvantagem do WooCommerce é que, diferentemente do Shopify, o WooCommerce não possui uma equipe que a possa ajudar ou central de suporte ao cliente. No entanto, isso não significa que você não encontre soluções para seus problemas.

Como o WooCommerce é um plugin do WordPress, você pode obter suporte em seus fóruns ou criando uma conta gratuita no WooCommerce.com.

Além disso, como o WordPress e o WooCommerce são de código aberto, os desenvolvedores que criam os temas e plugins estão disponíveis para suporte, se você tiver algum problema.

WOOCOMMERCE SEO

Essa é uma maneira pela qual o WooCommerce supera significativamente o Shopify. Sem dúvida, o WordPress é a melhor plataforma para blogs, o que lhe confere uma vantagem significativa para o SEO. De fato, não é incomum os sites do Shopify hospedarem seus blogs externamente no WordPress. Usar um site WooCommerce no WordPress significa consolidar esses dois segmentos cruciais da mesma marca.

Os recursos de blog do WordPress englobam um CMS abrangente para gerenciamento de conteúdo e preocupações específicas de SEO, como metadados. Novamente, um bom SEO exige esforço, mas com o plugin de e-commerce do

Se você escreve um excelente conteúdo do blog para as palavras-chave corretas, pode aparecer na primeira página do Google em pesquisas específicas, o que pode gerar uma enorme quantidade de vendas de comércio eletrônico.

Então, quem você deve escolher?

Por fim, a escolha entre o Shopify e o WordPress se resume ao que deseja da sua loja de comércio eletrônico.

Vamos dividir assim:

Você deve usar o Shopify…

ESCOLHER WOOCOMMERCE SE…

O WooCommerce é uma plataforma que tira proveito da plataforma WordPress extremamente popular e poderosa. Por esse motivo, você obtém acesso a milhares de temas e plug-ins que podem realmente fazer sua loja de comércio eletrônico brilhar.

Em termos de comércio eletrônico, o WooCommerce pode fazer tudo o que o Shopify pode, incluindo cupons, frete, impostos e muito mais. Você também tem significativamente mais opções de SEO à sua disposição com o WooCommerce.

Uma preocupação importante a considerar no WooCommerce, com a qual você não precisa se preocupar com o Shopify, é escolher o provedor de hospedagem certo para o seu site. O Shopify lida com isso para você, mas você deve ter certeza de encontrar um host WordPress experiente que esteja familiarizado com as necessidades técnicas, de segurança e de manutenção exclusivas dos sites WordPress. No mundo da hospedagem na web, você geralmente recebe o que paga, por isso não negocia algo tão importante quanto a hospedagem de comércio eletrônico.

Você deve usar o WooCommerce…

WooCommerce vs Shopify: Perguntas frequentes

Qual plataforma é mais escalável, WooCommerce vs Shopify?

O WooCommerce é mais escalável a longo prazo, porque você tem o controle e a personalização finais do seu site. No entanto, pode ser mais caro que o Shopify. O Shopify é extremamente escalável, com uma escolha de planos e aplicativos para impulsionar o crescimento, mas é mais estruturado em seus recursos.

Plataformas como o Shopify trazer a facilidade de uso, enquanto plataformas como o plugin do WordPress para e-commerce permite melhor controle de integrações, de pagamento, e que monte uma loja de e-commerce exatamente como deseja. Lembre-se que o e-commerce irá crescer ainda muito em 2020. Montar uma loja pode ser uma decisão sábia para desenvolver o seu negócio.

Quem tem aplicativos melhores?

Tecnicamente, o WooCommerce tem uma gama mais ampla de plug-ins que o Shopify, mas eles não são todos confiáveis. O Shopify possui mais de 2.200 aplicativos em sua App Store, e você tem a garantia de que todos são compatíveis com o seu site – além de serem seguros para instalar.

O único porém com o Shopify é que os preços dos plugins podem encarecer bastante o custo de manutenção da loja. Ainda que no Shopify seja previsível o quanto irá ter que dispor de pagamento mensal, a plataforma de e-commerce do WordPress permite um melhor perfil de investimento.

Você pode migrar sua loja entre o Shopify e o WooCommerce?

Sim! Você pode migrar seu site do WooCommerce para o Shopify e vice-versa. Embora a troca possa não ser ideal, não é impossível – você pode até automatizar todo o processo, o que ajudará a evitar dores de cabeça.

Você pode usar o WooCommerce ou o Shopify gratuitamente?

Você pode experimentar o Shopify gratuitamente por 14 dias, mas precisará se inscrever em um plano pago. O WooCommerce é gratuito, mas você ainda gasta dinheiro com hospedagem, segurança, domínios e muito mais – portanto, faça um orçamento para o que escolher.

É possível assinar o Shopify com nosso link e testar o aplicativo por 14 Dias. Além disto, o Shopify permite integrações fáceis com diversos meios de pagamento

Formas de Pagamento aceitas

Tanto o Shopify quanto o plugin para o seu e-commerce permitem a integração de pagamento com diversas plataformas, que torna uma loja mais atrativa para o cliente.

Vamos falar sobre preços.

Quanto custam o WooCommerce e o Shopify?

Com o Shopify você tem preços definidos para o seu e-commerce , enquanto o WooCommerce este preço depende desta série de fatores. Os preços do Shopify variam de US $ 29 a US $ 299 por mês. Você desbloqueia recursos mais avançados, como relatórios profissionais, ao assinar um plano superior (e mais caro). O WooCommerce é gratuito, mas possui custos extras, incluindo hospedagem, nome de domínio e segurança.

Sabemos que essa é uma das perguntas mais importantes em qualquer comparação entre WooCommerce e Shopify.

O difícil é que não há maneira fácil de escolher um vencedor. Ambos têm modelos de preços muito diferentes. O preço do Shopify é muito mais claro. Com o Shopify, aquilo que você vê é o que você paga.

Vamos dar uma olhada nos três principais planos do Shopify e quanto eles custam:

Além de aplicativos ou temas premium que é possível comprar, é isso que inclui sua fatura mensal. Sem extras escondidos, sem surpresas desagradáveis. O Shopify é uma plataforma de comércio eletrônico pronta para uso pronta para uso . O shopify torna fácil prever o quanto será necessário investir no seu comércio eletrônico.

Você pode economizar dinheiro com o Shopify assinando um plano anual ou mesmo de dois anos.

Não importa quanto tempo você se inscreva, você ainda recebe a mesma quantidade de recursos pelo seu dinheiro. A partir de US $ 29 / mês, você obtém tudo o que precisa para administrar uma loja de comércio eletrônico em pleno funcionamento!

Como o WooCommerce é executado no WordPress, que é uma plataforma auto-hospedada, você terá que pagar pela hospedagem separadamente. Se você precisa de hospedagem para um comércio eletrônico, é importante que utilize uma hospedagem de qualidade, com certificado de segurança incluso e com um servidor otimizado para comércio eletrônico, como o que oferecemos para nossos clientes aqui na Eikonikos.

Honestamente, WooCommerce e Shopify são opções excelentes para a construção de sua loja de comércio eletrônico. Se você já conhece o WordPress, pode achar a curva de aprendizado no WooCommerce mais agradável do que aprender os meandros de um CMS completamente novo, como o Shopify.

Qualquer que seja a sua escolha, o resultado final ainda será uma loja de comércio eletrônico totalmente funcional que pode aceitar pagamentos e processar pedidos.

Portanto, a verdadeira questão é: “O que está esperando?” Devo escolher o Shopify ou o Woocommerce?

O mundo precisa de outra Amazon. Vá criar a sua!

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e teste este e-commerce gratuitamente por 14 dias.

Google Display Network – O que você precisa saber?

Anúncios no Google para Loja Virtual – Comece aqui

 

Escolher a melhor forma de fazer publicidade para o seu e-commerce pode ser um quebra-cabeças à parte. Você só queria montar uma loja virtual mas se pega envolvido em um bololô de necessidades técnicas-digitais que fazem muitos empreendedores pensarem em desistir ou pelo menos pôr fogo no computador. 

Quando se fala em publicidade a  cada dia surgem novas possibilidades, técnicas e ferramentas. São muitas opções e opiniões distintas (cuidados com os aventureiros do marketing digital que acabam desinformando e confundindo), entretanto, há mais de 20 anos os anúncios gráficos ainda dominam o borogodó.

A publicidade gráfica consiste em anúncios visuais, geralmente chamados de “banners”, que podem ser vistos em sites, aplicativos e mídias sociais e podem vir na forma de texto, imagem, vídeo ou animação. A publicidade gráfica oferece uma entrada de funil mais larga, pois são mostradas a usuários que não procuram explicitamente por algo.


 

Seu anúncio pode aparecer enquanto assistem a um vídeo sobre como fazer um bife wellington ou enquanto pesquisam hotéis. Devido à sua flexibilidade e alcance, a publicidade gráfica é uma ótima ferramenta para aumentar o reconhecimento da marca e, ao mesmo tempo, ser uma opção de publicidade relativamente barata.

 

Por onde começar? Pelo “Dono” da Internet, o  Mr Google!

 

Basicamente são duas as principais formas de fazer anúncios gráficos: Google Display Network (GDN) e Programmatic Advertising. 

Calma que não é complicado.

 

O que é o Google Display Network?

O Google Display Network faz parte da plataforma do Google Ads e permite que os usuários coloquem anúncios gráficos em uma rede de sites que suportam e distribuem a publicidade. Esta rede foi  criada para ajudar você a encontrar o público certo. Suas opções de segmentação permitem mostrar estrategicamente sua mensagem aos clientes em potencial no lugar certo e na hora certa. 

Como o Google é dono da Internet, seu anúncio pode aparecer em qualquer lugar, de um site a vídeos do YouTube ou Gmail. Segundo o Google, a Rede de Display atinge mais de 90% dos usuários globais da Internet, expandindo-se em 2 milhões de sites!


 

Por meio da GDN, você pode segmentar públicos-alvo usando palavras-chave ou tópicos, pessoas com maior probabilidade de se interessar por seus produtos, ajudando-o a encontrar novos clientes em potencial. Você também pode usar dados, como listas de remarketing, para ajudar a envolver novamente as pessoas que visitaram seu site anteriormente. Mas eles também oferecem públicos-alvo in market e de afinidade. O público-alvo in market é baseado em usuários que podem estar pesquisando ou considerando ativamente produtos como específicos, como ingressos para uma peça de teatro. 

Como alternativa, o público-alvo de afinidade categoriza os usuários com base em suas paixões, hábitos e interesses de longo prazo, por exemplo, time de futebol ou hobby como jardinagem. Além disso, eles oferecem públicos-alvo semelhantes, o que leva a encontrar usuários com padrões de pesquisa semelhantes que ainda não podem se enquadrar no público-alvo no mercado ou de afinidade. Isso oferece aos anunciantes um grande pool para trabalhar ao definir um público-alvo. 

A segmentação automatizada ajuda você a obter mais conversões, encontrando públicos-alvo de alto desempenho com base nos públicos-alvo e na página de destino existentes. Ao otimizar automaticamente ao longo do tempo, o Google Ads pode aprender quais públicos-alvo funcionam para você. O lance automatizado ajusta automaticamente seu lance para ajudar você a atingir seu retorno do investimento. As campanhas de exibição inteligente combinam o melhor da segmentação automatizada, lances e peças criativas para maximizar suas conversões no Google Ads. 

No Google Display Network é possível configurar o público, localização e orçamento. Dentro dessas configurações, você pode determinar sua estratégia de lances. Dependendo do que você escolher, isso pode significar que você faça lances manuais para determinar o valor máximo a pagar por mil impressões ou permite que o Google controle os lances para obter o máximo de cliques ou conversões.


 

 

A GDN tem várias estratégias de lances disponíveis, incluindo custo por clique, custo por aquisição ou custo por mil impressões (CPM). Por outro lado, Programmatic Advertising permite apenas o CPM, e a maioria das listas de públicos-alvo de terceiros terá uma marcação no CPM para usar suas listas. A maioria dos DSPs exigirá um gasto mínimo de US $ 5 mil a US $ 10 mil por mês para explicar essa complexidade.

A criação de anúncios na GDN é parcialmente automatizada com anúncios responsivos. Para criá-los, basta inserir o texto do anúncio, adicionar suas imagens e logotipo, e o Google otimizará seus anúncios para melhorar o desempenho. Usuários novos e avançados se beneficiam de anúncios responsivos porque são exibidos como anúncios “nativos”.  Você pode fazer o upload de anúncios como imagens em tamanhos diferentes ou HTML5. 

 

Lances

 

Para aumentar o impacto de uma configuração de segmentação específica, ajuste o lance para ela. Por exemplo, se a exibição do seu anúncio é particularmente importante para você mães de primeira viagem (pois você vende enxovais), use ajustes de lance para aumentar seu lance. É importante ser extremamente cuidadoso ao definir seu orçamento. Comece pequeno, com uma quantia com a qual você se sinta confortável em testar.

A criação de uma nova campanha de exibição tem tudo a ver com orçamentos. Por exemplo, se você tiver uma ótima lista de canais gerenciados, aloque mais do seu orçamento para essa campanha e separe os diferentes canais em seus próprios grupos de anúncios, para que você possa alocar mais dinheiro nos grupos de anúncios que contêm o canal, proporcionando o melhor retorno.

Quando a audiência certa é encontrada o  o céu passa a ser o limite. 

 

Quando os anúncios são exibidos

 

Embora os anúncios veiculados pela GDN possa alcançar pessoas quando elas já estão pesquisando bens ou serviços específicos, pode ajudar você a capturar a atenção de alguém no início do ciclo de compras. Você pode colocar seus anúncios na frente das pessoas antes que elas comecem a pesquisar o que você oferece, o que pode ser essencial para sua estratégia geral de publicidade. Você também pode lembrar às pessoas o que elas estão interessadas, como no caso de remarketing para pessoas que já visitaram seu site ou aplicativo. 


 

 

Alcance

 

“Alcance” é o número de ‘impressões possíveis’ que se encaixam nas suas configurações de segmentação. Geralmente, sempre que você adiciona uma nova camada de segmentação, você reduz ainda mais o alcance potencial de seus anúncios. Por exemplo, se você configurar a segmentação para mulheres que procuram ativamente comprar uma casa (ou seja, “Informações demográficas: sexo: feminino” “Público-alvo: no mercado: imóveis”), seus anúncios terão um alcance mais restrito do que se você segmentar todas as pessoas no mercado para imóveis.

No entanto, adicionar itens adicionais a um determinado tipo de segmentação ampliará seu alcance. Por exemplo, se você tem segmentação para São Paulo e adiciona a segmentação para Curitiba, seu alcance se expande. 

 

Remarketing

 

Para aqueles que não conhecem o remarketing, é basicamente quando você faz um cookie no seu site para que seus anúncios apareçam em vários sites. Funciona porque as pessoas para as quais seus anúncios aparecerão já demonstraram interesse genuíno em seus negócios (porque já visitaram o site).

O remarketing é usado para manter seus visitantes envolvidos, completando todo o círculo de engajamento. O remarketing é sempre uma boa estratégia. Seus CPAs geralmente são muito mais baixos, você mantém as pessoas envolvidas. É a melhor maneira de otimizar seus anúncios gráficos do Google. 

 

Métricas

 

Google Ads permite avaliar o desempenho de suas metas. Veja quais páginas da web exibem seus anúncios, quais anúncios geram mais cliques e quais sites oferecem mais valor pelo menor custo. 

 

Conclusão

 

O Google Display Network oferece uma maneira fácil e econômica de publicar seus  anúncios gráficos. Esta é a opção perfeita para pequenos e médios e-commerce com orçamentos menores e segmentação menos complexa. A plataforma fez um ótimo trabalho ao fornecer públicos de in market e de afinidade, além da capacidade de criar facilmente públicos de remarketing.

 

Você pode fazer as suas campanhas sozinho utilizando a plataforma Google mas se precisar de ajuda com isto, entre em contato conosco. O seu e-commerce é o nosso negócio!

 

Ao seu sucesso;

 

5 Estratégias para recuperação de carrinho abandonado

Como melhorar os resultados de e-mail de recuperação de carrinho abandonado

Você investe em anúncios, se preocupa com todos os detalhes do seu e-commerce e ainda assim se depara com uma enorme quantidade de carrinhos abandonados. Nós sabemos o que se passa na sua cabeça. “O que será que estou fazendo de errado?”

Neste momento surgem sentimentos de impotência e frustração e o empreendedor digital vê o seu ânimo abalado. 

 

Calma, não tem nada de errado com a sua loja virtual. Cerca de 70% dos carrinhos chegam a ser abandonados, o que significa que estes clientes não irão finalizar a compra por algum motivo. Os usuários móveis são ainda mais inclinados a não concluir o check out, quando comparados a usuários de desktop.

 

As razões que fazem o seu cliente abandonar o carrinho são várias:

    • Taxas e custos de envio encareceram a compra

    • Erros ou falha no processo de pagamento

    • Processo de check out longo e/ou demorado

Mas estes não são os únicos motivos. Muitos de seus clientes podem simplesmente acabar se distraindo e esquecendo de finalizar o processo de compra.

 

Não importa qual seja o motivo do carrinho abandonado, de qualquer forma é uma importante perda de receita. 

A pergunta é: como melhorar os resultados de e-mail de recuperação de carrinho abandonado e  recuperar parte dessa receita quase perdida? 

A boa notícia é que a taxa de abertura de e-mail de recuperação de carrinho tem uma excelente abertura, cerca de 45% em comparação a campanhas de e-mail padrão.

 

1.Seja ágil

Lembre-se de que muitos usuários estão ativamente no processo de tomada de decisão quando adicionam algo ao carrinho. Isso significa que, se você não alcançá-los rapidamente e conseguir converter, há uma grande chance de que o seu visitante te abandone para sempre e não torne-se seu cliente.

Os e-mails de carrinho abandonado precisam ser incrivelmente rápidos por causa disso, sendo exibidos na caixa de entrada do usuário não mais de 24 horas após a adição de um item ao carrinho que ele não comprou. Isso pode variar de acordo com o setor em que você está, mas no geral, os tempos de resposta rápidos serão os melhores.

Configure um autorresponder acionado para enviar um email no mesmo dia em que os usuários abandonam o carrinho, mostrando idealmente o produto que eles deixaram para obter melhores resultados.


 


 

 

2. Oferta e Urgência

Carrinhos são abandonados por diversos motivos e uma forma de fechar a venda é oferecer um cupom de desconto por tempo limitado. Você não precisa necessariamente abaixar o preço do seu produto. Você também pode oferecer frete grátis, testes gratuitos, devoluções gratuitas e brindes para produtos ou amostras adicionais. 

Talvez o usuário precise de apenas um incentivo para concluir a compra. Quando você limita o tempo da sua oferta aciona o gatilho da urgência, e aumenta a possibilidade de essa venda ser convertida.

 

3. Mostre dados

Antes de finalizar uma compra, usuários buscam pelo maior número possível de informações. Use isso a seu favor. Quando você mostra aos clientes o produto que eles deixaram para trás, tristes e sozinhos no carrinho, mostre também a classificação geral do produto.

Essa pequena alteração  pode ser poderosa. Você pode mostrar ao seu visitante quantas pessoas compraram o produto abandonado, demonstrando como é avaliado ou tabelas comparativas.

Dados simples e visuais com certeza ajudam os indecisos a tomarem uma decisão.

 

4. Mostre outras opções

Às vezes, um usuário pode ter concluído que o  produto abandonado não atenda as suas necessidades ou ainda, pode ser que apenas estejam com dúvidas. 

Além de mostrar o produto abandonado no carrinho, mostre também outros produtos que podem ser relevantes.

Existe a possibilidade de os usuários verem o produto que eles deixaram, decidirem converter e ver outra recomendação e comprá-lo também.Ver outros produtos semelhantes pode ajudá-los a encontrar o que estavam procurando. A inclusão da seção “Você também pode gostar” pode ser útil para garantir que eles conheçam todas as suas opções e aumentem a probabilidade de uma compra.

 

Como no exemplo da Drogaria São Paulo, mostre as facilidades de pagamento.


 

 

5. Chame a  atenção … Educadamente

Uma leve “cutucada” no assunto do e-mail em forma de uma chamada discreta para o cliente é eficaz para aumentar os resultados do e-mail de recuperação do carrinho abandonado, especialmente se você o colocar na linha de assunto.


 

“Você ainda está procurando mochilas da Frozen?”  Perguntas personalizadas são envolventes e desperta uma curiosidade para prestar atenção no que você tem a dizer. 

Algumas marcas são criativas e seguem a linha do humor com mensagens tipo “Parece que seu 4G caiu” 

 

Não existe uma forma correta de escrever o seu e-mail de recuperação de carrinho. A escrita deve ter a cara da sua marca e estar condizente com o seu branding e sim, fazer testes é imprescindível. Você só não pode ficar de braços cruzados diante dos seus carrinhos abandonados. 

 

Considerações finais

Os carrinhos abandonados recuperados são uma enorme fonte potencial de receita para as marcas, e são uma maneira fácil de envolver novamente o público de alta intenção que provavelmente teria escorregado entre seus dedos. 

Estes e-mails são fáceis de configurar com base no autorresponder e não precisam de copy complexa. Se você não estiver agindo para recuperar carrinhos abandonados, está perdendo entrada de receita para o seu negócio.

Aumente as suas chances de conversão e de aumento no seu lucro com táticas simples – porém indispensáveis – para o sucesso do seu e-commerce.

 

A propósito, se você precisar de ajuda com sua estratégia de recuperação de carrinho, entre em contato conosco. O seu e-commerce é o nosso negócio.

 

 

Ao seu sucesso!

Sete áreas fundamentais para a sua loja virtual. Dados para te ajudar a bombar em 2021

Uma lista com 37 dados estatísticos para te ajudar a traçar estratégias para o seu e-commerce.

O seu e-commerce não existe no vácuo – faz parte de um  ecossistema mundial. É por isso que você precisa entender o contexto mais amplo como uma maneira de tomar decisões de alta qualidade – em última instância isto significa aumento de vendas.

Olhar para as estatísticas te ajudam a entender o cenário e otimizar o seu e-commerce. No quesito dados (e também em volumes absolutos) ainda estamos longe dos americanos, por isto vale a pena olhar para os números deles para usarmos como referência.

Envio e entrega

– 79% dos consumidores dos EUA afirmaram que a entrega gratuita aumentaria a probabilidade de comprar on-line. (Walker Sands)

– 54% dos clientes nos EUA com menos de 25 anos afirmaram que a entrega em dia é sua principal força motriz na compra. (Walker Sands)

– Apenas 15% dos clientes norte-americanos afirmaram que os varejistas on-line oferecem constantemente opções de entrega que atendem às suas expectativas de velocidade de entrega, em comparação com 30% que relatam o mesmo para a Amazon. (Walker Sands)

– 83% dos compradores on-line dos EUA contam com conversas regulares sobre suas compras. (Narvar)

– 53% dos compradores on-line dos EUA não compram um produto no caso de não entenderem quando ele chegará. (Narvar)

Seu cliente quer agilidade!

De acordo com Walker Sands, “O transporte rápido é uma força motriz essencial para compras on-line. A oportunidade mais importante para marcas e varejistas consiste em ser eficiente na cadeia de suprimentos.

Estratégias a serem avaliadas:

• Oferecer transporte gratuito acima de um limite de compras.

• Parceria com uma empresa de logística, por exemplo, nos Estados Unidos a iloveplum aumentou seu valor médio de pedidos em 97% por meio de parceria com uma empresa 3PL ShipBob, que lhes permitiu oferecer transporte gratuito nos EUA para pedidos acima de US $ 40. Em resumo, em matéria de transporte rápido e sem restrições, você precisa dedicar algum tempo para satisfazer as expectativas de seus clientes.

Devoluções

– 42% dos compradores on-line dos EUA recuperam um item oferecido on-line nos últimos seis meses. (Narvar)

– 63% dos compradores on-line dos EUA declararam que agora não comprariam se não encontrassem a política de devolução. (Narvar)

– Quase 70% dos compradores on-line dos EUA disseram que a devolução se tornou “limpa” ou “muito fácil”, e 96% comprariam novamente, principalmente com base nessa experiência. (Narvar)

– 59% dos consumidores on-line dos EUA disseram que precisam receber notificações sobre a fama de seu reembolso. (Narvar)

Fique atento:  Os clientes on-line esperam uma maneira fácil de devolver o que compraram.

Os retornos são parte integrante do comércio eletrônico. Não há como fugir disto. Afinal, os seus clientes não podem ver, tocar ou experimentar os produtos antes de comprá-los – eles estão baseando sua decisão na fotografia do produto. É inevitável que, de vez em quando, o produto não satisfaça a necessidade conforme o esperado, e geralmente existe a possibilidade de um erro de fabricação ou dano durante a entrega.

Ações simples para diminuir as devoluções de vendas online:

• Empacote sua mercadoria com cuidado para protegê-los de danos.

• Exiba estatísticas precisas sobre sua mercadoria nas páginas dos produtos.

• Ajude os clientes a discernir se um produto é o que ele espera, fornecendo registros adicionais na página do produto (por exemplo, tabelas de tamanhos de roupas).

• Você deve tornar o mais fácil possível para o cliente voltar ou alternar um objeto com o qual agora não está satisfeito. Isso consiste em tornar sua política de retorno fácil de reconhecer e localizar. Seus clientes não precisam vasculhar todo o site para descobrir.  Exiba-o com destaque para garantir a seus clientes que, se algo der errado, será fácil resolver..

Abandono de carrinho

– 58,6% dos clientes on-line nos EUA abandonam um carrinho porque “Estava apenas navegando / não estava pronto  para comprar.” (Baymard Institute)

– O principal motivo pelo qual os clientes on-line nos Estados Unidos abandonam um carrinho durante a compra é:  a necessidade de criar uma conta e um processo complexo de checkout (estes são os resultados da pesquisa após adiar o segmento “Eu estava navegando / não estava pronto para comprar”). (Instituto Baymard)

– A taxa média comum  de carrinho abandonado é de 15,21% e o preço de clique comum é de 21,12% para os clientes do SmartrMail. (SmartrMail)

– As vendas comuns consistentes com o correio eletrônico de um carrinho abandonado são de US $ 27,12 (para clientes do SmartrMail). (SmartrMail).


O abandono de carrinho é parte inevitável do comércio eletrônico mas você pode reduzir as taxas de  abandono:

• otimizando a forma de checkout e

• enviando e-mails de recuperação de carrinho abandonado.

Como o Baymard Institute colocou: “Agora, dentro da razão para a empresa de comércio eletrônico, uma grande parte dos abandono de carrinho é praticamente uma conseqüência natural da maneira como os clientes navegam nos sites de comércio eletrônico – muitos usuários estarão comparando janelas, comparando taxas, explorando as opções.

No entanto, isso não significa que você deve simplesmente aceitar sua taxa de abandono de carrinho atual, porque é provável que você a diminua significativamente.

Como você pode ver, você pode minimizar os  principais problemas usando o fornecimento de entrega sem restrições, permitindo que os clientes testem como convidados e simplificando o fluxo de checkout.

Além disso, se um cliente abandona o carrinho, você não precisa simplesmente deixá-lo assim; você pode enviar um e-mail para lembrá-los dos produtos que foram deixados. De fato, de acordo com as informações do SmartrMail, os e-mails com carrinho abandonado são o tipo de e-mail mais lucrativo que você pode enviar como uma loja na Internet. Isso porque eles são enviados para pessoas que são altamente prováveis ​​de converter, visto que já estão finalizando a compra”, explica Aaron Wiseman, da SmartrMail.

Portanto, não hesite em entrar em contato com os clientes que abandonaram seus carrinhos.

Canais de Comunicação

Os três principais aplicativos de mensagens têm bases de usuários iguais ou superiores a um bilhão. (Business Insider)

– 61% dos compradores nos EUA dizem que enviaram uma mensagem para uma empresa nos últimos três meses. (Facebook)

– 70% dos clientes nos EUA que enviam mensagens às empresas contam com uma reação mais rápida do que poderiam estar se tivessem usado um modo de comunicação mais convencional. (Facebook)

– 69% dos clientes norte-americanos que enviam mensagens às empresas dizem que ser capaz de enviar mensagens para uma empresa ajuda-os a ter uma garantia extra. (Facebook)

– 29% dos compradores on-line dos EUA usam ou planejam aplicar chatbots para se manterem on-line. (Narvar)

Conclusão: As mensagens estão mudando o comércio eletrônico

O contato com uma empresa comercial através do WhatsApp, Facebook Messenger ou outro aplicativo de mensagens era uma idéia inovadora não muito tempo atrás. No entanto, como esses aplicativos continuam se desenvolvendo em popularidade, mais e mais lojas on-line estão fornecendo a seus clientes essa opção. E os clientes parecem entender isso. Afinal, o envio de uma mensagem é rápido e fácil, e parece mais casual do que um correio eletrônico ou uma ligação.

Além disso, as pessoas estão se tornando mais abertas aos chatbots.

Segundo Narvar, “o uso de bot é incipiente, mas em desenvolvimento. À medida que o processamento da linguagem melhora e os clientes ganham mais exposição a novos canais interativos, provavelmente os compradores se tornam mais confortáveis ​​interagindo com os bots para resolver problemas simples de atendimento ao cliente.

“Oschatbots são uma maneira fantástica de aumentar o atendimento ao cliente. Ao usá-los, você pode responder a perguntas simples imediatamente, a qualquer hora do dia, sete dias por semana. Enquanto isso, seus representantes de atendimento ao cliente ficam  livres para a solução de problemas complexos.

Por exemplo, a Lego tem um chatbot chamado Ralph que fornece aos clientes recomendações personalizadas de presentes, que não seriam sustentáveis ​​se os representantes do serviço ao cliente o fizessem.


Oferecer aos seus clientes a opção de entrar em contato com você por meio de aplicativos de mensagens permite que você leve o  suporte ao cliente ao nível seguinte.

Instagram

– 83% das pessoas dizem que o Instagram as ajuda a descobrir novos produtos e serviços.

– 81% dizem que a plataforma lhes permite estudar produtos e serviços e

– 80% dizem que eles decidem se devem fazer uma compra. (Facebook)

– Em comparação com os não usuários, os clientes do Instagram têm 70% mais chances de fazer compras on-line em seus dispositivos móveis. (GlobalWebIndex)

– 44% dos usuários ativos do Instagram dizem que usam as mídias sociais para realizar estudos de marca. Essa é a porcentagem mais alta das várias redes sociais primárias. (GlobalWebIndex)

– O engajamento entre usuários e marcas no Instagram é 10 vezes maior do que no Facebook, 54 vezes a mais do que no Pinterest e 84 vezes mais do que no Twitter. (Forrester)

– 96% dos fabricantes do setor de moda  nos EUA usam o Instagram para conquistar clientes. (eMarketer)

Principais argumentos: os clientes do Instagram gostam de comprar coisas.

As informações convencionais são que a publicidade e o marketing de busca são para tirar fotos da intenção dos negócios e usar os visitantes do site, e que o marketing social é voltado para o público e para a conscientização do branding.

Mas não se engane: você pode vender  nas redes sociais. Pessoas usam o Instagram para manter contato com amigos e família? Claro que sim. Mas também usam o Instagram para descobrir novas marcas e terem ideias para compras futuras.

Portanto, o seu e-commerce não deve só postar no Instagram, também precisa começar a promover no Instagram. Caso contrário, você perderá muitas possibilidades de gerar vendas. Seja tagueando os produtos de forma correta ou fazendo parceria com influenciadores para mostrar seus produtos a um público extremamente engajado, existem abordagens comprovadas para tornar sua presença no Instagram acessível. Não procrastine.

Dispositivos móveis

– Quase 40% de todas as compras on-line feitas em 2018 foram concluídas em smartphones. (OuterBox)

– 80% dos americanos são compradores on-line. Mais da metade deles fez compras em dispositivos celulares. (Pew Research Center)

– Lojas virtuais não responsivas  têm 62% menos probabilidade de crescer (Google)

– 69% dos clientes de celulares dizem que têm muito mais chances de comprar de empresas com sites ou aplicativos de celular que respondem a suas perguntas. (Google)

– 59% dos usuários de smartphones preferem empresas com sites ou aplicativos para celular que lhes permitem fazer compras sem esforço e com rapidez. (Pense com o Google)

 A experiência do usuário (EU) em dispositivos móveis afeta diretamente sua receita!

Empreendedores digitais sabem (ou deveriam saber) quão importante é a experiência do usuário,  um termo que abrange toda a experiência de navegação em seu e-commerce, na facilidade em encontrar informações, realizar a compra e o pagamento.

No caso da sua loja virtual, uma boa EU permite que o tráfego on-line do e-commerce descubra rapidamente os produtos desejadas e realize compras com menor fricção. Se você esconder os principais detalhes nos cantos mais sombrios do seu site e faça com que seus clientes precisem abrir várias abas para encontrar o que precisam, você não está oferecendo uma boa experiência.

Se você fornecer aos clientes de dispositivos móveis uma boa EU, existe uma maior probabilidade de você fidelizar o seu cliente, enquanto que uma experiência ruim de navegação na sua loja virtual aumenta as chances de o seu cliente comprar com a concorrência. Lembre-se: Não existe espaço para amadores.

Google Shopping

– A quantidade média de tempo entre uma busca e uma compra de produtos do Google é de 20 dias.

– 35% das pesquisas de produtos do Google se tornam transações dentro de cinco dias. (Jumpshot)

– Os gastos com anúncios do Google Shopping aumentaram 43% no quarto trimestre de 2018.

– Os anúncios do Google Shopping têm uma CTR melhor que os anúncios de produtos patrocinados e de marcas patrocinadas da Amazon. (Merkle) De fato, o Google Shopping pode até ser uma aposta mais alta. A plataforma tem um retorno mais rápido das transações e um preço mais alto de pesquisas convertidas alguns dias depois.

O que isso sugere para os anunciantes de comércio eletrônico? Simples: verifique se você está usando o Google Shopping para promover seus produtos.

Para ficar de olho:

Amazon

– Amazon é a principal loja on-line do mundo com uma receita líquida de US $ 232,88 bilhões em 2018. (Statista).

– Nos Estados Unidos a Amazon tem mais de 100 milhões de membros do Amazon Prime. (Jeff Bezos em uma carta aos acionistas).

– Em média, dois em cada cinco clientes nos EUA (41%) adquirem de um a dois produtos da Amazon por semana. Essa quantidade salta para 1/2 (50%) para os clientes por um período entre 18 e 25 anos e 57% para os consumidores por um longo período de tempo entre 26 e 35 anos. (Walker Sands)

– Nos seis meses restantes, 83% dos compradores americanos fizeram uma compra na Amazon. (BigCommerce)

O que devemos aprender: A Amazon está moldando as expectativas de seus clientes

Considere o Amazon Prime. noventa e cinco milhões de pessoas representam quase um terço da população americana. Isto significa 95 milhões de pessoas que estão habituadas a entrega rápida e um pós-venda de excelência.  Acompanhar a Amazon não é uma tarefa fácil, mas você deve fazer a sua parte.

Dito isso, aqui estão algumas previsões:

As vendas de comércio eletrônico continuarão subindo. Um elemento crucial a ser lembrado aqui é a mudança geracional. À medida que a geração Z “nativa digital” entra na força de trabalho, seu poder de compra aumentará, e é seguro assumir que eles estarão mais inclinados a comprar on-line do que as gerações anteriores. Enquanto isso, a geração do milenial continuará subindo na carreira, aumentando a renda. Isso também terá um efeito positivo nas vendas de comércio eletrônico.

No Brasil ainda ainda temos muito espaço para crescer, pois o acesso a internet, a cartão de crédito (graças aos crescentes bancos digitais), e a própria economia do país vai puxar este setor para cima.

O suporte ao cliente com canais eficientes fará a diferença. Os clientes estão se acostumando a poder entrar em contato com as empresas por meio de aplicativos de mensagens, Logo isto se tornará obrigatório. E quem pode culpá-los? É uma maneira conveniente de obter respostas para suas perguntas.

Os chatbots podem surgir como a única maneira de atender às expectativas das pessoas quando se trata de suporte ao cliente, quando você considera que as empresas maiores as realizam, maior a pressão sobre seus concorrentes para fazer o mesmo.

Se por um lado ainda há muita margem para crescer no comércio eletrônico, por outro, é necessário estar sempre atualizado, de olho na experiência do usuário, ao pós venda e meios de comunicação eficientes. Análise de dados do cenário mundial faz parte da estratégia do empreendedor digital. Esta prática te ajuda a manter-se vivo na concorrência e garantir a sua fatia nesse gigante bolo.

Google Ads para comércio eletrônico

Google Ads para e-commerce vale a pena? 

 

A venda de seus produtos e serviços depende da sua capacidade você ser visto pelo maior número possível de pessoas. Assim como as lojas tradicionais, as pessoas encontram seus produtos enquanto “passeiam” (ou navegam), mas com o comércio eletrônico, seu alcance vai muito além da sua localização física.

Em vez de esperar que as pessoas te encontrem, a publicidade digital proativa te mostra para os seus possíveis clientes. Com anúncios nativos, redes de descoberta de conteúdo e até mesmo marketing de mídia social, pessoas de todo o mundo estão expostas à sua marca.

Mas ainda há mais uma maneira de ser notado. Ao aproveitar o poder do Google Ads, você fica na frente de pessoas que já estão pesquisando os tipos de produtos e serviços que você oferece. Mas se você nunca usou o Google Ads, isso parece intimidador. Por isso, preparamos este artigo de Google Ads para mostrar como é fácil começar. 

Nota: Se você já ficou confuso com o Adwords, o Google Ads, a Rede de Display do Google, os anúncios do YouTube – e como todos eles usam a mesma plataforma do Adwords? Você não está sozinho. Por isso o Google mudou o nome dessa marca apenas para o Google Ads. Espero que isso esclareça um pouco as coisas.

 

O que são os anúncios do Google?

 

Os anúncios do Google estão em toda parte. Você os encontrará na parte superior das Páginas de resultados dos mecanismos de pesquisa (Posicionamento orgânico) quando as pessoas pesquisam determinadas palavras-chave, como “como faço isso …”, no lado das páginas da web e até nos vídeos do YouTube.

Dependendo de onde você deseja focar sua publicidade, há cinco tipos de anúncios para escolher: pesquisa, exibição, compras, vídeo e anúncios de aplicativos universais.

 


 

 

Digamos que você seja um varejista de calçados on-line; veja como funciona cada um desses tipos de anúncio:

 

Pesquisar anúncios

Estes são os anúncios que aparecem na parte superior das pesquisas do Google. Se alguém pesquisar “os melhores tênis de corrida”, é assim que os anúncios aparecem:

 


 

Antes mesmo de as pessoas chegarem aos resultados (orgânicos) da pesquisa, elas recebem uma lista de opções para clicar. Quando você incorpora as palavras-chave inseridas no Google, seus anúncios são exibidos no topo da lista de resultados de pesquisa. A diferença entre esses anúncios e os outros resultados de pesquisa é que você paga para ser visto, enquanto os resultados orgânicos de pesquisa padrão são exibidos com base na classificação de SEO. Quando as pessoas pesquisam palavras relacionadas a tênis de corrida, seu anúncio é exibido automaticamente.


 

Os anúncios da Rede de Pesquisa são benéficos porque são exibidos quando as pessoas já estão pesquisando produtos como o seu. Ao pagar por um anúncio, você garante que seus produtos sejam vistos primeiro perante seus concorrentes.

 

Exibir anúncios

A principal diferença entre os anúncios gráficos e de pesquisa é que, diferentemente dos anúncios de pesquisa nos quais os clientes têm interesse no que pesquisam, os anúncios gráficos são voltados para pessoas no estágio de conscientização do ciclo de compra. Eles podem não estar procurando produtos específicos como o seu, mas exibir anúncios que oferecem vantagens – como um guia gratuito para novos corredores – obterá leads para entrar no seu funil de vendas.

 

A escolha de palavras-chave para anúncios gráficos é um pouco diferente dos anúncios da Rede de Pesquisa. Em vez de “tênis de corrida”, tente palavras-chave relacionadas, como “meia-maratona no Rio de Janeiro” ou “grupos de corrida no meu bairro”, e seu anúncio será exibido nos sites que o Google determinar que correspondem a essas palavras-chave.

 

Dica profissional: você pode verificar seus relatórios de canais automáticos para garantir que seus anúncios sejam exibidos apenas em sites relevantes para maximizar suas conversões. Para gerenciar essa lista, clique no ícone da ferramenta no canto superior direito do painel do Google Ads e selecione “listas de exclusão de canais” no menu pop-up.

 

Anúncios do Shopping

Como os anúncios de pesquisa, os anúncios de compras também aparecem na parte superior das páginas de resultados de pesquisa do Google e segmentam pessoas que estão na fase de interesse ou consideração do ciclo de compra. Os compradores têm uma boa ideia do que estão procurando. Portanto, exibir seu anúncio aqui aumenta as chances de converter leads e aumentar suas vendas.

 


 

 

Esses anúncios são uma maneira conveniente de aumentar o tráfego no seu site. Se você tiver um inventário que está tentando vender rapidamente ao lançar produtos mais novos, use anúncios de compras, pois eles informam rapidamente aos clientes onde encontrar você e seu produto on-line, o preço, as vantagens – como frete grátis ou desconto – e incluem uma imagem do produto. Isso fornece aos clientes um balcão único para decidir se o seu produto atende às suas necessidades e, em seguida, efetuar uma compra.

 

Basta criar uma campanha de anúncios de compras e fazer upload dos dados do seu produto no Google Ads. O Google garantirá que esses anúncios sejam exibidos nas pesquisas quando os clientes pesquisarem termos relacionados.

 

Anúncios em vídeo

Os anúncios em vídeo geralmente são exibidos antes ou durante os vídeos do YouTube. Se seu público-alvo gosta de assistir a vídeos de treinamento de corrida, é possível colocar seus anúncios de tênis de corrida no início ou no meio desses vídeos. Isso mostra aos espectadores como seu produto pode ser usado como parte do treinamento. Alguns anúncios exigem que os espectadores os assistam na íntegra antes da reprodução do conteúdo do vídeo. Essa é uma ótima maneira de garantir que os leads ouçam sua oferta completa antes de clicarem. Além do anúncio em vídeo, um anúncio gráfico também aparece ao lado do vídeo como um lembrete para os espectadores clicarem para saber mais.

 

Aqui está um exemplo de um anúncio em exibição antes de um vídeo e o anúncio gráfico ao lado do vídeo.


 

Mantenha o anúncio gráfico simples e vá direto ao ponto. Como o anúncio da Monday, porque, com tantos vídeos para escolher, é fácil para os espectadores seguir em frente e não voltarem se a chamada do seu produto não for clara. Além disso, inclua um botão de call to action (CTA) mais atraente do que “clique aqui” ou “contato”. O CTA deve informar aos clientes potenciais o que eles devem fazer – como “Inicie seu teste hoje” – ou os benefícios que eles receber, como “É grátis”.

 

Anúncios universais de aplicativos

Se você possui um aplicativo para dispositivos móveis, o recurso de anúncios universais para aplicativos é uma maneira essencial de divulgá-lo. O uso das redes do Google, como a Pesquisa Google, Play, YouTube, Gmail e outros, permite que seu anúncio seja visto por públicos relevantes. No Google Play, seu anúncio será exibido na parte superior dos resultados de pesquisa, dependendo das palavras-chave inseridas.

 

Quando você envia sua cópia de anúncio e imagens para o Google Ads, o Google cria automaticamente combinações dos dois e coloca os anúncios onde eles serão vistos pelo público-alvo certo. Assim como nos anúncios da Rede de Pesquisa, você pode decidir em qual aplicativo os anúncios devem se concentrar. Por exemplo, você pode optar por se concentrar nas conversões de aplicativos se estiver lançando um aplicativo complementar para o seu produto – como um rastreador de fitness ou um planejador de refeições se vender tênis de corrida – e quiser aumentar sua base de usuários rapidamente.

 

Primeiros passos: como criar e gerenciar anúncios para comércio eletrônico

 

Agora que você tem o básico dos tipos de anúncio disponíveis na Rede do Google, a próxima parte deste guia do Google Ads mostrará, passo a passo, como configurar uma campanha e gerenciar seus anúncios.

 

Se você pensa no Google Ads como um sistema hierárquico, as campanhas estão no topo com vários anúncios embaixo de cada campanha. Ads são anúncios individuais que promovem um produto ou serviço relacionado à campanha. Uma campanha pode ter um anúncio ou vários anúncios, dependendo de como você escolhe anunciar seus produtos. Portanto, se sua campanha for chamada de “tênis de corrida”, os anúncios da campanha poderão ser mais específicos, como tênis de corrida, tênis de longa distância e assim por diante. 

Para criar uma campanha e os anúncios correspondentes, você precisa configurar uma conta do Google Ads. A inscrição é gratuita e você é cobrado apenas quando os leads clicam nos seus anúncios. Acesse https://adwords.google.com.br para se inscrever.

 

Depois de configurar sua conta, você será solicitado a criar sua primeira campanha. Você não precisa criar uma campanha imediatamente. Ao fazer login novamente, você será direcionado ao painel do Google Ads, onde poderá criar novas campanhas.

 

Considerações 

 

Planeje antes de começar. Leva algum tempo para configurar sua primeira campanha, mas, à medida que você executa mais campanhas, você vê a rapidez com que os anúncios são exibidos. No entanto, reserve um tempo para refletir sobre o objetivo do seu anúncio para saber o que rastrear quando os anúncios estiverem em exibição. Organize-se e configure uma campanha para cada uma de suas categorias de produtos. Acompanhe os parâmetros que você usa no Planilhas Google para poder olhar para trás como referência para futuras campanhas.

Experimente contratar um copywriter  para obter resultados com mais conversões. À medida que você conhece seu público-alvo e com que tipo de anúncio e conteúdo eles mais se envolvem, você pode personalizar seus anúncios com o tempo. Todos os aspectos de seus anúncios são flexíveis. Portanto, teste combinações diferentes para ver quais resultam aumentam o fluxo de pessoas que chegam ao seu funil de vendas.

Faça testes!  Você pode segmentar seu público-alvo com base em onde eles estão ou onde deseja vender seu produto, para que apenas as “pessoas certas” vejam seus anúncios. Por exemplo, se você planeja entrar em um novo mercado, execute um novo anúncio antes de promover o fato de estar expandindo. Veja como esse novo público responde e faça ajustes na sua campanha. Considere essa abordagem como outra forma de pesquisa de mercado em que os resultados ajudam a refinar a segmentação de anúncios para um pequeno grupo antes de começar a exibir campanhas promocionais formais.

Como costumamos dizer, a melhor estratégia é não colocar todos os seus ovos em uma só cesta. Faça bom uso do Google Ads mas se as suas vendas dependem disto, algo está errado.

 

Ao seu sucesso!

Branding no Comércio Eletrônico

O reconhecimento da marca é importante para o comércio eletrônico?

 

 

A lógica é tão simples, é quase circular: antes que alguém compre de você, deve saber sobre você.

 
 
Aí entra a métrica conhecida como “reconhecimento da marca”, algo que os profissionais de marketing estão se esforçando para estipular.
 
 
No comércio eletrônico, onde muitas vezes é difícil diferenciar os recursos e a qualidade do produto a ser comprado, muitas vezes precisamos enfatizar uma conexão emocional.
 
 
A questão, porém, é como realmente medimos o reconhecimento da marca? Existem muitos métodos diferentes, às vezes conflitantes. Além disso, podemos correlacionar as campanhas de reconhecimento da marca com as metas comerciais reais?
 
 
Ajudaremos você a tentar responder a essas perguntas aqui. Primeiro, vamos entender a terminologia para estarmos na mesma página.
 
 

O que é o reconhecimento da marca, afinal?

 

O reconhecimento da marca é “uma medida da representação cognitiva relativa de uma marca em uma determinada categoria em relação aos seus concorrentes”.
 
 
Em essência, é uma medida quantitativa de quão bem sua marca é conhecida pelo seu mercado-alvo. Em pesquisa um grupo de consumidores é solicitado a nomear tantas marcas quanto possível em uma determinada categoria de produto (por exemplo, roupas de criança). Se eles recordam sua marca a taxas mais altas do que outras da categoria, você tem um bom conhecimento da marca.
 
 
Às vezes, o reconhecimento da marca é confundido com outras métricas, como o valor da marca e seus ativos, ou a lealdade à marca, na medida em que seus clientes permaneceriam com você na presença de ofertas concorrentes.
 
 
Podemos realmente colocar isso em termos concretos quando pensamos em uma categoria específica de produto de comércio eletrônico; digamos que queremos saber sobre café gourmet. Se você perguntasse a uma amostra de pessoas que compram café gourmet e quais marcas elas se lembram, poderíamos ter uma resposta hipotética de amostragem: Lavazza (35%), Illy (25%), Santo Grão (15%), Monardo (10%), Outros (15%). No entanto, as coisas ficam mais complicadas quando você começa a fazer perguntas sobre a metodologia.

 

 

 
 
 
 
 
Quantas pessoas precisamos perguntar? Que pessoas? E se expandíssemos nossa categoria de produtos para “importados” , “nacionais”, por torra, etc…
 
 
Essas são perguntas complicadas, mas há uma resposta curta: o reconhecimento da marca como métrica deve ser o mais restrita possível em relação ao seu mercado-alvo. Suas descobertas devem ser acionáveis e você deve ser capaz de rastreá-las ao longo do tempo e em relação aos concorrentes.
 
 
Como você verá abaixo, existem muitos métodos que os profissionais de marketing usam atualmente para rastrear o reconhecimento da marca. Vou descrevê-los e podemos julgá-los com base nos critérios acima.
 
 

5 maneiras de medir o conhecimento da marca

 

Vou focar apenas em quatro das maneiras mais comuns para os varejistas on-line avaliarem o reconhecimento da marca, bem como em uma nova maneira que acredito ser mais eficaz.
 
 

1. Pesquisas de Lembrança de Marca

 

A maneira mais comum de medir o reconhecimento da marca é selecionar uma amostra representativa dos consumidores no seu mercado-alvo e perguntar a eles de quais marcas eles podem se lembrar na sua categoria de mercado.
 
 
Nesse método, existem alguns tipos diferentes de medidas de reconhecimento de marca: top of mind, espontâneo e auxiliado.
 
 
O mais importante é quando você dá a alguém uma sugestão de categoria de produto e só está interessado na primeira marca que ela diz. A conscientização espontânea é simplesmente medir quantas marcas se pode nomear sem qualquer assistência. A conscientização assistida é mais uma medida de reconhecimento que mede quantas pessoas reconhecem sua marca quando solicitadas.
 
Levando em conta todas essas abordagens de pesquisa e, apesar de serem as mais comuns, as mais formalizadas e estudadas, as pesquisas de reconhecimento de marca podem ser o método menos útil que qualquer outro em nossa lista. Pelo menos para a grande maioria das empresas, especialmente os sites de comércio eletrônico nativos digitalmente.
 
 
 
Para a maioria das marcas B2B, pesquisas como essas são praticamente inúteis.
 
 

2. Tráfego Direto

 

O tráfego direto é uma das maneiras mais fáceis, mas menos rigorosas, de rastrear o reconhecimento da marca. Não é uma métrica mas não rastreia o que definimos como “reconhecimento da marca”.
 
 
O grande problema do tráfego direto: é muito impreciso como canal de atribuição.
 
 
Se você estiver usando o Google Analytics, saiba que muitos outros canais são acidentalmente agrupados em “direto”, especialmente se você não seguir as práticas recomendadas de marcação UTM. Por exemplo, o que você considera tráfego direto pode ser apenas tráfego de email ou social que foi agrupado como direto. O tráfego direto pode resultar de muitas coisas.
 
 
Obviamente uma análise do tráfego direto deve ser feita. Apenas não chame isso de “reconhecimento da marca”.
 
 

3. Tráfego de pesquisa com marca

 

O tráfego de pesquisa com marca é uma opção de auditar o reconhecimento da marca, especialmente para fins de pesquisa competitiva. Essa é uma ótima métrica para sites de comércio eletrônico que operam principalmente on-line, embora mesmo aqueles com negócios físicos possam vincular algumas pesquisas de marca aos esforços de reconhecimento de marca.
 
 
Essa métrica, novamente, sofre com seu escopo não rigoroso; alguém pode pesquisar sua marca por vários motivos, desde curiosidade geral a eventos de relações públicas, consultas de atendimento ao cliente e muito mais.
 
 
Além disso, a maioria dos dados de pesquisa é, na melhor das hipóteses, uma estimativa direcional, o que significa que você nunca obterá um número verdadeiramente preciso aqui.
 
 
A pesquisa de marca beneficia, no entanto, em sua direcionalidade e na capacidade de comparar com os concorrentes. Ao contrário da data do tráfego direto, você pode realmente ver qual é a sua pesquisa de marca em relação a outras pessoas do seu setor. Basta conectar sua marca e alguns outros concorrentes ao Ahrefs e conferir os números.
 
 
Se você estiver usando isso como uma métrica de reconhecimento de marca, há duas coisas a saber:
 
 
Você não pode tomar decisões de curto prazo com base nessa medida de reconhecimento da marca (embora possa ajudar no seu posicionamento).
 
É mais útil se você o acompanhar com o tempo e em relação aos concorrentes. Seu número deve aumentar em relação aos seus concorrentes ao longo do tempo e você pode usar essa métrica para ajudá-lo a preparar materiais de ativação de vendas, como comparações de recursos dos concorrentes.
 
 

4. Menções em mídias sociais

 

 

 

 

As mídias sociais mencione não fornecem uma métrica viável de reconhecimento de marca. Elas não medem o que é entendido como reconhecimento da marca – nem no sentido de medir pessoas que estão cientes da sua marca nem de pessoas no seu mercado-alvo. Menções ou impressões nas mídias sociais de forma alguma são um medida respeitável de reconhecimento da marca.
 
 
Primeiro, o contexto é importante. Se você lançou um ótimo produto novo, poderá ter um aumento nas menções e impressões sociais. Você também pode ter um aumento se o seu CEO estiver envolvido em um escândalo. Talvez você tenha começado a postar memes e eles estão realmente tendo alguma atração … mas com um segmento de consumidor totalmente irrelevante.
 
 
Isso não quer dizer que a mídia social seja uma atividade inútil; claramente isso não é verdade, pois algumas marcas construíram seus negócios no Instagram ou no Pinterest. Apenas não chame as impressões de mídia social de “reconhecimento da marca”.
 
 

5. Posicionamento orgânico

 

 
As empresas nativas digitalmente provavelmente devem se preocupar com o SEO como um canal de aquisição, mas é valido usar  como uma medida de reconhecimento da marca? 
 
 
Provavelmente, você pode definir sua segmentação ou categoria de mercado em termos de uma palavra-chave de pesquisa. Acontece que muitos (muitos!) consumidores recorrem ao Google para descobrir novos produtos em categorias conhecidas ou fazer pesquisas e obter opiniões sobre o melhor produto para comprar. Essas consultas de pesquisa são assim:
 
 
“Melhores assinaturas de vinhos”
 
“Melhores marcas de escova de dentes”
 
“Melhores marcas de café gourmet”
 
 
Em quase todas as categorias de produtos esses termos têm alto volume de pesquisa (muitas pessoas pesquisam) e alta intenção (as pessoas que pesquisam desejam comprar). Isso torna uma arena quente para você identificar aqueles que realmente estão no seu mercado-alvo.
 
 
Se sua marca não for encontrada nesses termos de pesquisa, você não fará parte da conversa e, portanto, não será considerado quando os clientes em potencial estiverem pesquisando.
 
 
O reconhecimento da marca é de óbvia importância para os varejistas on-line. De fato, o valor da marca – do qual o reconhecimento da marca faz parte – pode ser um dos únicos verdadeiros fossos para muitas marcas de comércio eletrônico nativas digitalmente. A concorrência elevou os custos com anúncios e tornou mais difícil do que nunca diferenciar apenas o produto.
 
 
A forma de aumentar a presença online (e as vendas) leva a uma conclusão lógica para as marcas. 
 
A importância da marca se torna um diferenciador eficaz nas margens. Em outras palavras, se você puder gastar tempo e dinheiro suficientes para fazer com que as pessoas pensem que “Bons momentos pedem um bom café” (slogan Nescafé), é um grande fosso emocional que outras marcas terão dificuldade em atravessar.
 
 
Essa, no entanto, é uma abordagem terrível para iniciantes. Se você é um concorrente mais novo e mais sucateado, quase certamente precisará diversificar sua abordagem para a aquisição de clientes. Isso pode incluir canais não pagos, como marketing de conteúdo, SEO, mídias sociais ou marketing de influenciadores.
 
 
As grandes marcas provavelmente também se estenderão a canais não pagos com o tempo.
 
 
A consideração final para as marcas de comércio eletrônico que desejam se destacar em 2020 e além é criar um programa de retenção, isso inclui ações simples e de baixo custo, como recuperação de carrinho, e também melhorar a experiência do cliente em todas as etapas da jornada.
 
 
Afinal, é 2020 e ninguém confia nos profissionais de marketing. Mas confiamos em nossos amigos. E aposto que, se você olhasse para as últimas 10 compras on-line ou mais, a maioria delas seria movida pelo boca a boca.
 
 

Conclusão

 

O reconhecimento da marca como conceito é claramente importante para as marcas de comércio eletrônico. De fato, o valor da marca pode ser o diferencial em  competições nos próximos anos, agora que os custos de aquisição de clientes e concorrência aumentaram vertiginosamente.
 
 
No entanto, algumas das métricas acima citadas não devem ser usadas como uma medida quantitativa real do reconhecimento da marca. Muitas das métricas comuns, na verdade, não medem o reconhecimento da marca e são simplesmente propriedades emergentes de muitas outras funções. Os dois que funcionam bem – Pesquisas de lembrança de marcas e Posicionamento Orgânico  geralmente tendem a ser eficazes para marcas maiores e mais conhecidas.
 
 
Sugestão: crie sua estratégia de aquisição como se fosse um portfólio de investimentos. Mantenha 80% dele para atividades diretamente geradoras de conversão e deixe 20% em aberto como atividades de construção de marca. Dessa forma, você captura a maior parte dos aspectos persuasivos da construção da marca e não perde para concorrentes orientados por dados.
 
 
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